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#Fail: deletando todas as suas fotos

30 jan

Vocês sabem que eu perdi um dvd inteiro – INTEIRO – de fotos de viagens né? Então, essa história não é a mesma. Eu tenho, evidentemente, a arte de perder fotos.

Esse fail aconteceu em Bruxelas, capital européia, coisa mais linda de morrer. Fui com um casal de amigos pra lá e tá, tudo lindo, tudo legal, tudo perfeito, curtindo a cidade, frio, passeando, foto aqui, foto ali, foto acolá… depois de um dia inteiro andando que nem loucos pela capital, chegamos na Catedral da cidade e aproveitamos para sentar e descansar um pouquinho.

Eu naquele frisson todo de “essa cidade é linda”, fui ver as fotos incríveis e tal… e tive a brilhante idéia de ajustar algumas coisas da configuração da máquina. Muda isso, muda aquilo, formatar cartão, luz… ver fotos: “zero images”.

MOMENTOS DE TENSÃO TOTAL!

É gente, bem isso. Tive a proeza de deletar todas as fotos. Aí quase comecei a chorar e falei para a minha amiga: “Você tirou foto de tal coisa? E de tal coisa?”. Ela “Não, ahhh nem tiro muita foto, você tava tirando já…”.

Detalhe importante: os dois são advogados, e todos sabemos que advogados de forma geral não tem essa sensibilidade com a arte e de querer tirar fotos bonitas e se importar com isso.

Resultado: comecei a brigar com eles dentro da Catedral. Fiquei indignada que eles estavam viajando e não tiravam fotos, e que todo mundo tinha que tirar caso alguém idiota como eu perdesse as fotos.

Solução: saí correndo pela cidade pra tentar tirar o máximo de fotos possíveis de novo.

Resumo: andei igual uma camela o dia inteiro e no final tive que andar tudo de novo para conseguir algumas fotos de volta.

Porém, nem tudo estava perdido. Depois desse fail monumental, quando chegamos na casa da nossa Couch Surfer, contei o acontecido e ela: “Ah, mas sou fotógrafa, tem um jeito de resgatar as fotos, pelo menos algumas!”

Momento Win: ela de fato conseguiu salvar as fotos, não todas, mas muitas delas. E daí eu fiquei feliz e pronta pro dia seguinte. (achei essa foto  marota  aqui debaixo para ilustrar o momento de alegria)

Lição: não encoste na máquina ao menos que seja para tirar a foto.

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#Fail: tentando dirigir em Milão

12 jan

Esse foi um momento fail clááássico que gerou várias peripécias em Milão. Ok que já conhecíamos a cidade – a pé – e que sempre andávamos por lá – no centro – e tal. E um belo dia resolvemos alugar um carro para ir até Cinque Terre (essa idéia foi fail também, porque é uma merda ir de carro até lá, vide o post de ali).

Para alugar o carro, fomos até o aeroporto de Linate, que era o único lugar (isso me falaram né, não sei se procede) que dava pra alugar carro barato, e apesar de ser “aeroporto” esse é bem pertinho do centro, algo em torno de 15 minutos de ônibus, que você pega na praça da parada Montenapoleone da linha do metrô.

Tá, na verdade essa história toda tem 5 momentos fail. CINCO! A primeira parte tem três já de cara:

# 1: os amigos que foram alugar o carro não sabiam que só maiores de 21 podiam preencher o requisito. Foram até lá e voltaram de mãos abanando pedindo para eu e mais um outro amigo irmos lá para alugar.

# 2: fui com eles lá e – não me pergunte como – na hora de voltar, os dois que já tinham ido e voltado do aeroporto, pegaram o ônibus no sentido contrário pra voltar pra casa. Quanta alegria. Quanta alegria ir para no meio do nada, 23h no frio.

# 3: esse é o grande trunfo, voltar do aeroporto, de noite, sem mapa. Não sabíamos como voltar pra casa, simplesmente. Aí nos perdemos, tivemos que perguntar pra um senhor em que lado nós estávamos e obviamente estávamos do lado oposto da nossa residência. Fomos seguindo desiludidos até chegarmos finalmente ao centro e, para conseguir chegar em casa seguimos o tram que nos levava sempre pra lá.

Sabe o que é pior? Eu SEMPRE andava com o mapa na bolsa. Sempre sempre. Nesse dia, sei lá porquê, eu tirei da bolsa. E ninguém mais tinha um… nenhuma das outras 7 pessoas tinha um. Sete pessoas, zero mapas.

Mas ok, passado tudo isso, viajamos, nos divertimos, levamos mil coisas, comida, coberta, travesseiro (dormimos no carro), casacos e tudo o mais que tínhamos direito. Isso significa que…

# 4: burrice total. Levamos mil coisas porque saímos de casa com carro, mas quando voltamos fomos direto devolver no aeroporto. Resultado: voltar com toda a tralha de ônibus. Genial, né?

A viagem acabou, nos divertimos muito apesar de toda a dificuldade inicial e visitamos um lugar super lindo. Um ano depois, eu estava em casa aqui no Brasil toda tranquila e quando chegaram as correspondências tinha uma carta italiana pra mim. Achei estranho e fui abrir logo pra ver o que era.

# 5: desfecho da viagem = uma multa! Quanta marotice não? Aquela brincadeira de se perder no centro nos rendeu uma multa porque só carros autorizados podem entrar no perímetro. Na hora que passamos pelo centro lembramos disso, mas né, era necessário. Como não chegou multa no mês seguinte, achamos que o carro estava liberado. A-ham. Ilusão. Não era eu que estava dirigindo, mas o carro estava no meu nome. No final, os 4 que estavam no carro dividiram a multa, que era de 107 euros.

 

#Fail: Como gastar mais

18 dez

Aeee categoria nova no blog!! Sabe, viajar não tem só bons e lindos momentos nããão. Tem vários momentos fail e é por isso que criamos essa categoria, pra contar pra vocês os nossos “podres” de viagem… tanto porque depois que eles acontecem viram nada mais nada menos do que boas – e engraçadas – estórias.

Tá afim de rir da nossa cara? Esse é o momento, e sou eu que vou estrear, ensinando a todos “como gastar mais do que queria”.

Este belo momento de minha viagem teve a influência de um amigo – o qual não revelarei a identidade para não causar intrigas – que né, me ajudou a pagar mais.

New York, Estátua da Liberdade – Setembro 2010.

Seis amigos felizes e contentes às 8h da manhã passeando e fotografando tudo. Após o passeio nos deparamos com o quê? Uma lojinha. Ahhh… as lojinhas. Obviamente fomos.

860 mil tipos de souvenirs. Um deles chama minha atenção: Barbie temática Estátua da Liberdade. Busco freneticamente o preço e não encontro. Meu querido amigo foi obrigado a prontamente pergunta o preço para mim. Volta com a feliz notícia: USD 15!!

Ótimo já peguei uma pra mim e outra amiga também pegou uma pra ela. Demos mais um rolê por ali, pegamos mais algumas coisinhas, uns souvenirs pros amigos, pra família, aquela coisa toda e fui pagar, faceiríssima com minha Barbie de colecionador. O total? Choque ao ver o cartão passando USD 60. Em-souvenirs!

Aham, caros. A boneca custava CINQUENTA e não QUINZE. Fifty – fifteen. Confusão clássica.

Fiquei com vergonha de falar pra caixa não passar meu brinquedo novo, mas fui legal e avisei minha amiga da gafe. Ela conseguiu se salvar e está me devendo essa agora. Pode me pagar em dólares, inclusive.

Moral da estória:

1. preste atenção quando fizer perguntas necessárias em outra língua (tenho mais gafes por causa disso, inclusive);

2. não confie nos “amigos”!

Brincadeira tá amiguinho? Eu amo minha Barbie mesmo assim… e… gosto de você ainda.