Arquivo | Chile RSS feed for this section

Mercado Municipal 2: estrelas vermelhas

2 dez

Lembra que domingo eu comecei a falar dos Mercados Municipais? Então, naquele dia só falei dos estrelas douradas, porém hoje é dia de falar das estrelas vermelhas… muuuuito vermelhas.

Nem sei por onde começar… se pelos piores ou menos piores, ou menos fedidos ou menos decepcionantes.

Vamos pelo Brasil então, começar por um que todomundo fala que tem que ir: Mercado Modelo de Salvador.

Quando fui pra lá, conversei com algumas pessoas que já tinham ido à cidade e 120% das pessoas me mandaram ir até o tal Mercado. Ok, reservei meia manhã pro lugar e quando cheguei lá, olhei e falei: sério? É só isso?

E acreditem, não fui só eu que tive esta impressão, as outras 4 pessoas que estavam junto acharam a mesma coisa e demos apenas uma volta rápida de 10 minutos e saímos correndo. Aliás, estou mentindo. Almoçamos no restaurante lá de cima, que era bonzinho até, porém foi meio caro pelo que serviram.

Achei o mercado entulhado de bobeirinhas nordestinas e comidas típicas, nada de mais para tanto alarde. Pelo menos o cheiro não era tão ruim e tão forte quanto outros que ainda vou falar aqui.

Outro mercado que estive aqui no Brasil e que é bem conhecido e indicado foi o de BH. Hummm… ok, mesma coisa, porém não era tão quente quanto o da Bahia e mais organizado.

Tinham coisas interessantes e mais diferentes, como balas de cachaça e uns doces diferentões.

Mãs esses do Brasil ainda são fichinha perto de uns por aí. O que eu me surpreendi com o cheiro e que eu quase morri de tédio de ter ido, foi o de Santiago.

O local era bem pequeno até e ali em volta tem de fato muitos restaurantinhos baratos e todo mundo indica a visita para os turistas e falam para almoçarmos lá.

Bom, fomos e queríamos almoçar lá, mas desistimos por 2 motivos: ficamos muito menos tempo do que imaginamos e ficamos com um certo medo de comer ali… não passou uma boa impressão.

Sem contar o cheiro terrível de peixe, tanto porque banquinha de peixe foi o que vimos neste mercado. Peixe, peixe e mais peixe, tudo junto, cheiro incrível. E os vendedores ficam vindo em cima, não deixam você andar como uma pessoa normal e ficam oferencendo PEIXE.

O de Montevideo foi um pouco menos traumático também, apesar de não ter muitas banquinhas. Tem muitos restaurantes e ali passou uma boa impressão. Almoçamos em um muuuito bom inclusive. Mas você tem que chegar meio cedo por causa dos navios que chegam ali, o porto é colado no Mercado e todos os turistas descem e vão almoçar onde? Exato. Bem ali. Fica bem cheio a partir de 13h30 mais ou menos.

O restaurante servia de tudo, peixes, massas e carnes. Comi um bifão tipo argentino que estava sensacional. O preço era excelente, o prato bem servido e a comida bem feita. Recomendo, mesmo sabendo que na foto não parece ser tão confiável assim, hehehe.

 

Anúncios

Mercado Municipal

28 nov

Sabe uma coisa engraçada de se visitar? Mercado Municipal. É impressionante como em quase todas as cidades, principalmente as da América do Sul, um dos pontos a se visitar, é o mercado municipal da cidade.

Eu particularmente acho um-saco ir ao mercado, de qualquer tipo, de qualquer cidade, de qualquer país!! E sempre TENHO que ir. Ok, não sou efetivamente obrigada (bom, em alguns casos sim né, se você está com outras pessoas que querem ir ou se está em excursão), mas sempre bate aquela coisa “vou conhecer né, dizem que isso, isso e aquilo… e vai que é legal mesmo…”. Sabe quantos mercados eu achei legais mesmo? DOIS!

Veja bem, não quero desencorajar ninguém a visitá-los, mas como este blog não serve apenas para te ajudar a montar suas viagens e sim para contar experiências pessoais de viagem e opiniões sobre cada lugar visitado, achei válido fazer um protesto.

Considere este um pseudo “Comparando”, mas meio indignado, tá? Quer saber quais eu gostei de verdade verdadeira?? Guadalajara e Londres – bom, nem sei se esse de Londres conta como mercado municipal, mas ele é tipo feirinha-mercado, então vou incluir na categoria.

O de Guadalajara é absurdo. É o maior da América Latina, tá bom pra você? Ele é grande mesmo e tem de tudo, não só comidas tipo peixes fedidos, típicos de mercados municipais, e frutas. Lá você encontra artesanato que não para mais, e tudo com preços muito amigáveis. Inclusive é lá que você vai poder comprar sombreros lindos, bem feitos e baratíssimos. Lá é o ponto para essa compra, tá?

Além dos sombreros, tem as máscaras de lucha libre, comidas típicas, pimentas de todos os tipos, ponchos, roupas bordadas, arte em madeira, etc.

Porém, a parte de cima que tem meio que uma praça de alimentação, é meio nojenta. Suja, velha, suspeita. Eu não comeria lá.

É a vibe Mercado Municipal… gentarada, coisarada, comidarada, tranqueirada….

O que fui em Londres era mais fino um pouco, lugar muito legal para comprar comidinhas diferentes e chás especiais. E era perto do Natal, então estava tudo arrumadinho e lindeza total.

E como eu falei bem de dois mercados neste post, vou deixar para dar as estrelas vermelhas para os outros só em outro post.

Hoje ficam os estrelas douradas só!!

Viña del Mar e Vaparaíso

18 out

Quando falei aqui da minha viagem pro Chile, fiquei devendo a parte do tour para estas duas cidadezinhas, Valpa e Viña. E não deixa de ser meio temático com o momento né? Resgate dos chilenos e tal. Só não escrevi antes porque não tive tempo mesmo.

Ficamos hospedados em Santiago mesmo e de lá saímos para passar o dia nas duas cidades, na costa do país. Sinceramente, achei pouquíssimo tempo para conhecer, já que vimos as duas em um dia. Vimos entre aspas né, passamos. Gostaria de ter ficado mais em Viña del Mar, achei lindissima, Valpa ficamos mais tempo, então até aproveitamos melhor (se bem que o cheiro por lá não é muito agradável, cheiro forte de peixe).

A primeira que fomos foi Valparaíso, situada a 117km da capital. A viagem é rapidinha, mas em época de Ano Novo pode virar um caos, no mesmo estilo do circuito Curitiba-Caiobá ou Curitiba-Balneário…

O passeio estava incluso no pacote, por isso não sei dizer ao certo quanto custa se quiser comprar lá, mas andei vendo na internet e o táxi sairia por uns US$ 100, mas eles são fáceis de negociar. Não achei os preços de ônibus para a cidade, só vi que dá pra pegar em estação de metrô e fazer o bate e volta.

No caminho paramos em uma vinícola, tipo aquelas paradas que a agencia põe no meio porque eles ganham em cima das vendas, sabe? Essas. Era bonita e tal, mas Concha Y Toro é bem mais, e essa sim que vale a pena ir, principalmente se não for um aficcionado por vinho… na minha opinião perdemos tempo, acho que ficamos cerca de 40 minutos ou mais ali.

Continuando o trajeto, chegamos em Valparaíso. A vista de cima dos morros é lindíssima, e dá pra ver de longe Viña Del Mar. Eu acho legal ver portos e tal, então achei bonito.

O que não foi muito bonito foi subir pelo Ascensor Artillería, o bondinho que te leva lá pra cima. Ele é baratíssimo, velhinho e bem podrinho. Mas sobrevivemos, então pode ir. O que eu achei interessante é que tinha um banheiro lá na entrada do bondinho e assim… como alguém pode considerar deixar aquilo aberto como “banheiro” para os visitantes? Não sério, inexplicável.

Lá em cima, além da vista super bonita tem um museu e uma feirinha básica. Bem gostoso passear ali, tirando vento que é bem forte, nem tente ficar penteada(o), só curta a vista e as bugigangas à venda. Os cachecóis são bem bonitos inclusive, os preços saem entre R$20 e R$50, preço normal mesmo, nada super barateza.

No centro tem o Monumento a Los Héroes De Iquique que fica na Plaza Sotomayor. Essa praça é bem bonita, os prédios são bem antigos e se tiver sol, as fotos ficam bem bonitas. Só tem que cuidar porque ali não tem uma calçada e uma rua… tem um espaço plano com uma linha desenhada que separa rua de calçada. Cuidado pra não morrer, ok?

Em frente ao monumento e à praça, já tem o porto. Porto é porto né? Não tem muito que ver.

Ainda por lá tem uma Casa Pablo Neruda, o maior poeta chileno. Só pude passar na frente, então quem conhece por dentro me conta como que é! A casa fica no Cerro Bella Vista, Calle Ferrari, 692. Aberto de terça a domingo, das 10h10 às 18h (verão) e das 10h10 às 18h (inverno). Diferente né? 10 e 10. Enfim…

Saímos de lá e fomos para Viña almoçar e passar a tarde. As cidades ficam umadoladodaoutra, coisa de 20 minutos. Paramos em um restaurante que o guia levou (mais um desses “ganho comissão aqui”) que pelo menos era bom. Não era um preço absurdo e a comida era boa, assim como o atendimento. Praia né? Tinha bastante prato com frutos do mar.

A praia é super bonita e os prédios que tem por lá são alto luxo mega hiper top! Você deve estar achando que nós ficamos lá deitados na praia, aproveitando um sol… hã, não não não. Apesar de sol e de ser verão por lá, o ar é muuuito gelado e eu que tinha ido de shorts errei feio.

A água também é geladinha, sem contar o vento forte. Pra ter noção, a temperatura no verão varia de 10 a 22 graus!! Ninguém aguentou ficar muito tempo fora da van curtindo a praia, e por isso fomos dar uma volta por lá.

A cidade ainda é conhecida como “Ciudad Jardín” e é o point dos chilenos no verão, tem até um relógio de flores na entrada de Viña, cheia de gente tirando foto. E como tem muito turista, foi criado um festival de música e outro de cinema, que acontecem em fevereiro e outubro respectivamente.

Infelizmente ficamos pouco tempo por lá e não pude ver muito, como contei no início do post… de qualquer forma gostei do que vi e indico a visita!

—————————————– x —————————————–

Ainda em Valparaíso:

1. Museo Naval y Marítimo | Cerro Artillería, Passeo 21 de Mayo. De terça a domingo, das 10h às 18h30 no verão, e das 10h às 17h30 no inverno.

2. Museo Municipal de Bellas Artes | Cerro Alegre, Paseo Yugoeslavo, próximo do Ascensor El Peral.

3. Museo de História Natural | Calle Condell, 1546. De terça a sábado, das 10h às 13h e das 14h às 18h, no inverno das 10h às 13h/14h às 20h, no verão. Domingo, das 10h às 14h.

4. Museu a Cielo Abierto de Valparaíso | Esse é um circuito de murais por algumas ruas e paseos do Cerro Bella Vista. Para chegar ao topo do Museo, você tem que pegar o Ascensor Espíritu Santo ou subir pela Subida Pasteur e seguir pela Pasaje Guimera. Horário do Ascensor Espíritu Santo: das 7h às 22h.

5. Passeio a Isla Negra | Outra casa de Pablo Neruda. Para chegar lá, você pode ir de carro ou de ônibus. Na primeira opção, siga pela Ruta 68 até a cidade de Casablanca. Chegando lá, desvie para San Antonio e depois siga as placas indicativas. Para ir de ônibus vá até o terminal de ônibus de Valparaíso, onde sai o ônibus para o local. O ponto de descida fica a 700 metros da casa, que é a distância até a praia. De terça a domingo, das 10h às 14h e das 15h às 18h. 

Comparando: Ano Novo

12 out

Ano Novo é uma data crítica, pois as pessoas adquiriram a cultura de viajar e o final do ano gera um tempinho de folga bem bacana, então tudo lota. Tudo lota mesmo! É uma data que não tem essa relação família como o Natal, e por isso as pessoas se dispersam pelo mundo a fim de conhecer um lugar novo.

Eu sou uma dessas pessoas. Para mim o Ano Novo é uma data comemorativa bem boba, é apenas a passagem de um dia para o outro, e por isso me importo muito mais em aproveitar o momento de “férias” e sair por aí. Por este motivo já passei por festividades duvidosas e por festas curiosas.

Como agora é a hora de planejar seu Ano Novo (isso se já não for tarde, andei vendo por aí que os vôos estão lotadíssimos e os poucos que sobram tem tarifas meio altas) resolvi contar um pouco sobre as festas que passei.

Buenos Aires

Esse foi sofrido, pois ninguém avisou que a cidade simplesmente morre no dia 31. É sério, a partir de 19h já não tem mais táxis, os ônibus são pouquíssimos, restaurante nenhum tem vaga e os que tem custam os olhos da cara e é isso. Se você não reservar nada antes de ir, esqueça, vai ser tenso. A idéia era ir em algum restaurante normal, comer uma coisinha e ir ver os fogos em Puerto Madero, tranqüilos, de táxi e tal.

Não rolou. Sofridamente conseguimos pegar o último ônibus lá para Puerto Madero por volta das 22h. Bom, lá tem vários restaurantes… mas nenhum tinha lugar e/ou preço mais ou menos aceitável. Após uma pequena saga atrás de lugar para comer, acabamos parando no El Gatto. O restaurante não é uma Brastemp… bem longe disso, mas era o que cabia no bolso naquele momento. A comida demorou horrores, vieram alguns pratos e outros não, ficamos lá fora e estava um vento medonho (porto né). Deu 00h e estávamos começando a comer. Aí era a questão: jantar comida quente ou ver os fogos? Levantamos rapidinhos, vimos ali um pouco dos fogos e já voltamos comer. Foi fraco e decepcionante. Pra voltar pegamos um táxi, que voltou a funcionar às 2h e tinha milhões de pessoas na rua competindo pela corrida.

Dica: reserve uma festa ou restaurante aqui, antes de ir e com traslado a partir do hotel. Mesmo que seja um pouco mais caro, é melhor não ter que se preocupar se vai conseguir chegar a algum lugar.

Roma

Na Itália foi um pouco mais legal, porém muito frio. Não reservamos nada, íamos passar na Piazza Venezia pois estava tendo show de uma cantora, Giorgia (muito boa por sinal). Ok, saímos do hotel por volta das 22h30 atrás de um lugarzinho pra comer algo. Diferente de Buenos, os preços eram bons, porém estava tudo lotadíssimo, inclusive as lanchonetes de Kebabs e paninis. Fomos rumo à praça, a pé mesmo pois era meio perto e acabamos comendo numa “biboca” e já nos misturamos à multidão.

Europa, de noitão, na praça = muito frio. Nossa, estava muito frio mesmo! Mas o show estava rolando, e estávamos mais para trás, mais tranqüilos. Deu meia noite, foi aquela coisa toda… e… 10 minutos depois, acabou. Acabou. Simplesmente isso. Todo mundo foi indo embora, a pé… caminhando tranqüilamente para suas casas, alguns foram para boates e o resto, casa! Pra quem foi dormir, não ficou aquela barulhada na rua, aqueles bêbados malucos cantando… foi tranqüilo. Tirando o frio, é claro.

Só para ilustrar o show que assistimos lá com uma música da cantora em questã:

Londres

Em Londres também ousamos, não marcamos nada. Comemos uma coisinha no hotel e saímos para ver os fogos. A princípio a idéia era passar a virada lá no Big Eye, porém não foi possível. Algumas estações de metro menores nem estavam funcionando, e claro que a que era perto do hotel estava fechada. Tudo bem, caminhamos até uma ali próxima e fomos felizes e contentes pegar o trem, até ouvir a “mulherzinha do metrô” dizer que não iriam parar na estação do Big Eye e nem uma estação antes ou depois porque não tinha como descer dos trens de tão cheios que estavam estes lugares! Tenso.

Como já era meio tarde, descemos em Trafalgar Square achando que estaria meio vazia, mas que pelo menos poderíamos ver os fogos de longe. Doce ilusão. Estava cheíssima e super difícil de andar por lá. Com sorte vimos algumas partes dos fogos entre os prédios ali da região.

A função foi voltar depois, pois os metrôs voltavam 1h da manhã e claro que todo mundo queria pegar para ir pra casa e/ou outras festas, ou seja, inferninho. Perguntamos para um guarda se nosso hotel era longe dali para tentarmos ir a pé… a resposta: “Meu Deus, é muito longe! Andem um pouco e peguem um táxi… vocês vão andar até amanhã!”. Bom… depois desse super incentivo, começamos a caminhar… 15 minutos depois estávamos na porta do hotel. ¬¬

Eles não tem noção de longe. Só usam metrô e não andam nem 2 quadras!! Hahaha.

Aí você se pergunta: mas não estava mega frio? Pois é, estava frio, mas até que de noite não estava tão frio naquela praça cheia de gente. Passei muito mais frio em Roma!

Ah, outro detalhe é que nunca vi tanto guarda junto e tanta organização. Era tudo muito bem arrumadinho e eles controlavam toda a população para não ter muita zona e vandalismos. Igual aqui no Brasil, que segurança é sempre prioridade. Há.

Santiago

Quando compramos o pacote para o Ano Novo, estava inclusa a ceia em um restaurante de comida típica chilena, o Bali Hai, e como lá em Santiago é proibido fogos de artifício na cidade, a festa da virada acontece principalmente em Viña del Mar e Valparaíso – que fica tão cheio, que o trajeto de 1h30 partindo da capital, chega a durar 6h!!! O restaurante não é muito grande, mas tem muitas mesas e fica tudo meio apertadinho, é tudo muito decorado e fica um clima bem bacana pra festa.

Sentamos em uma mesa cheia de chilenos (sim, eles vão pondo pessoas em mesas com outras pessoas… e não por família ou reserva). Por sorte, era uma família muito simpática, e conseguimos conversar com eles durante o jantar e nos divertimos juntos na festa. O jantar é à la carte. No cardápio tem umas 5 opções de entrada, umas 3 de primeiro prato, mais 3 ou 4 de segundo prato e 3 opções de sobremesa. Você pede tudo de uma vez e depois eles vão trazendo, e mesmo com toda a confusão e com milhares de pessoas, eles não erram o pedido, e trazem tudo meio junto nas mesas.

Como sou meio chata pra comer, não me dei muito bem, pois os pratos eram meio elaborados com ingredientes que pra mim são meio exóticos e não ornam uns com os outros… tipo pato com figos e abacaxi na manteiga, whatever. Mas ok, jantei bacana e tal.

Um pouco antes do jantar começa um show de danças típicas chilenas. São várias danças, desde antigas até as danças da Ilha de Páscoa. É um show bem interessante e dura aproximadamente 1h.

Na hora da virada todos vão para a pista com suas respectivas taças de champagne e depois é só festa. Uma banda toca todos os tipos de música, inclusive axé, porque tem muitos brasileiros lá… na verdade a maioria dos clientes, é daqui.

A festa foi bem legal e nos divertimos bastante. O único inconveniente foi que depois da virada, os garçons ficavam pedindo “propina”. Já tínhamos pagado os 10% na conta, mas eles vieram umas 3x pedir mais gorjeta porque era Ano Novo.

Maceió

Em Maceió o Ano Novo foi fraco. Pra começar nem lembro onde jantamos, mas resolvemos passar a virada na orla. Andamos por tudo ali até chegar perto de um grupo de pessoas. Vimos os fogos na praia mas a coisa era bem simplinha. Durante o trajeto vi que tinham vários restaurantes preparados para as ceias e barracas de praia montadas pra galera grã fina.

Não foi nada de mais e ventava horrores. Nem tenho fotos do momento inclusive!!

Gramado

A cidade é lindinha, mas as comemorações meio fracas também. Fizemos a ceia no hotel mesmo, que estava bem boa por sinal e depois acabamos comprando a festa que eles ofereciam. Foi divertidinho, mas nenhuma mega maravilha… mesmo nas ruas o movimento era pouco e os fogos foram bem bobinhos.

Acredito que quem for passar o Ano Novo lá com a família ou com vários amigos até seja legal, fazer uma festa mais caseira, algo mais tranquilo e tal…

Bom, estas foram as minhas experiências Ano Novísticas e como não é uma data super prioritária pra mim, não me importo muito se a festa não for a melhor do universo, mas acho interessante ver como as culturas são diferentes e como alguns lugares são tão procurados e outros que são tão bonitos quanto não muito.