Arquivo | janeiro, 2011

Voltar também é bom

31 jan

Viajar é uma delícia, mas voltar também é bom. Depois de mais de 10/12 dias viajando, tudo o que mais queremos é nossa cama, nosso banheiro, nossas coisas. Por mais legal que seja o hotel em que estamos hospedados, sempre bate uma saudade.

Sempre dá saudade de sair na rua e saber MESMO pra onde estamos indo, sem precisar de mapas ou ter que passar por imprevistos simplesmente porque não sabíamos que naquela hora ou naquele dia as coisas funcionavam diferentes.

Sempre dá saudade do restaurante preferido, de ir pra balada com os amigos e encontrar gente conhecida.

Mas o melhor mesmo de voltar é poder estocar estas belezinhas…

Quem nunca comprou um carregamento de Kit Kat depois de voltar de uma viagem internacional? Ou Toblerone? Ou Lindt? Atire a primeira pedra quem é forte o suficiente.

Voltar também tem alguns momentos chatinhos, tipo abrir a mala e o conteúdo explodir na sua cara de tão cheia que ela estava… mas por outro lado, quem não curte pegar tudo e colocar pra lavar? Quem não curte ver e guardar as coisas novas que comprou? O difícil é achar lugar pra guardar tudo e ter que organizar todo o quarto/casa por causa das novas aquisições.

Outra coisa bem pé no saco é resgatar os pontos das viagens. Ô inferno. Impressionante como nunca pontua tudo né? Por mais que você peça no check-in – que é a forma mais certeza de que pontue – o sistema sempre as vezes  falha, e você tem que abrir processos para recuperar o que é seu por direito. Ligar 456x para cobrar o processo de algo que já é seu. Quem curte?

Arrumar as fotos é outro momento chato/legal. É a hora que você lembra de tudo que conheceu e ao mesmo tempo é a hora que percebe que “aquela foto daquele momento” ficou tremida e péssima. E você só tirou uma. ¬¬

Resumindo, ir é bom, mas voltar também é!!

 

Promoção #Finestrino Peruando

30 jan

Então é isso, a promoção acabou ontem a noite e a ganhadora foi a @_meela!!!

A sortuda levou um kit viagem da Clinique com:

1. Exfoliante facial – 7 Day Scrub Cream Rinse Off Formula

2. Hidratante facial – Dramatically Different Moisturizing Lotion

3. Mini Paleta com duas sombras e um blush – Clinique Colour Palette
4. Rímel – Lash Doubling Mascara
5. Batom na cor Spiced Apple
6. Uma necessaire tamanho médio (branca com minis maças verdes. Fofa de mais!) e uma mini necessaire em formato de maçã.

#Fail: deletando todas as suas fotos

30 jan

Vocês sabem que eu perdi um dvd inteiro – INTEIRO – de fotos de viagens né? Então, essa história não é a mesma. Eu tenho, evidentemente, a arte de perder fotos.

Esse fail aconteceu em Bruxelas, capital européia, coisa mais linda de morrer. Fui com um casal de amigos pra lá e tá, tudo lindo, tudo legal, tudo perfeito, curtindo a cidade, frio, passeando, foto aqui, foto ali, foto acolá… depois de um dia inteiro andando que nem loucos pela capital, chegamos na Catedral da cidade e aproveitamos para sentar e descansar um pouquinho.

Eu naquele frisson todo de “essa cidade é linda”, fui ver as fotos incríveis e tal… e tive a brilhante idéia de ajustar algumas coisas da configuração da máquina. Muda isso, muda aquilo, formatar cartão, luz… ver fotos: “zero images”.

MOMENTOS DE TENSÃO TOTAL!

É gente, bem isso. Tive a proeza de deletar todas as fotos. Aí quase comecei a chorar e falei para a minha amiga: “Você tirou foto de tal coisa? E de tal coisa?”. Ela “Não, ahhh nem tiro muita foto, você tava tirando já…”.

Detalhe importante: os dois são advogados, e todos sabemos que advogados de forma geral não tem essa sensibilidade com a arte e de querer tirar fotos bonitas e se importar com isso.

Resultado: comecei a brigar com eles dentro da Catedral. Fiquei indignada que eles estavam viajando e não tiravam fotos, e que todo mundo tinha que tirar caso alguém idiota como eu perdesse as fotos.

Solução: saí correndo pela cidade pra tentar tirar o máximo de fotos possíveis de novo.

Resumo: andei igual uma camela o dia inteiro e no final tive que andar tudo de novo para conseguir algumas fotos de volta.

Porém, nem tudo estava perdido. Depois desse fail monumental, quando chegamos na casa da nossa Couch Surfer, contei o acontecido e ela: “Ah, mas sou fotógrafa, tem um jeito de resgatar as fotos, pelo menos algumas!”

Momento Win: ela de fato conseguiu salvar as fotos, não todas, mas muitas delas. E daí eu fiquei feliz e pronta pro dia seguinte. (achei essa foto  marota  aqui debaixo para ilustrar o momento de alegria)

Lição: não encoste na máquina ao menos que seja para tirar a foto.

Mosteiro da Batalha

29 jan

Oba! Mais um post sobre Portugal neste bloguinho!

O Mosteiro da Batalha foi uma surpresa ótima na minha viagem pra Portugal, primeiro que nem sabia que existia e segundo que não planejei nada disso. Essa era uma das paradas daquele tour que peguei que comentei aqui – ou no twitter, já não lembro – e que me levou até Fátima, Nazaré, Óbidos e no caso, ao Mosteiro.

A parada foi rapidíssima, só para ver o mosteiro mesmo, pois a a cidade de nome Batalha, é bem bobinha, bem não muito importante pra passar o dia todo. Quando fui estava mó chuva – ¬¬ – mas o lugar é tão absurdamente lindo que nem ligamos. Aliás, estava chuva + frio + vento = difícil segurar o guarda-chuva, mas sobrevivi.

Antes de comentar tudo sobre o lugar, deixa eu contar a história do lugar antes, que eu tive que colar do Wikipedia porque não lembrava todos os nomes que a guia falou:

“O mosteiro foi mandado edificar por D. João I como agradecimento à Virgem Maria pela vitória na Batalha de Aljubarrota. Este mosteiro dominicano foi construido ao longo de dois séculos, desde o início em 1386 até cerca de 1517, ao longo do reinado de sete reis de Portugal, embora desde 1388 já ali vivessem os primeiros dominicanos.”

Esse mosteiro foi mó “balacubaco” porque toda vez que mudava um rei, mudava alguma coisa, e boatos que tem algumas capelas que ficaram inacabadas, chamadas de “Capelas Imperfeitas”, e que são muito muito bonitas. Não consegui entrar porque a guia não deu tempo suficiente para isso. Quem for de carro ou com um pouco mais de tempo, entra lá e vem me contar como é, pois fiquei ultra curiosa. Essa parte é paga, custa 6 euros e você compra o ticket logo ali na entrada da Igreja, ao lado esquerdo (mas não se preocupe, tem indicações e uma mocinha que fala português – dã – pra indicar pra você caso se perca).

Se não puder entrar lá, saiba que você já vai ficar bem feliz de ver isso tudo:

É muito absurdo de grande e lindo e sem palavras. Ali em volta rola um silêncio também, talvez tenha sido só impressão minha, ou não. Achei muito lindo e digno da parada.

Tem uma sala logo na entrada à direita que tem uns túmulos de uns Reis e tal. Só em viagem que a gente acha “bonito” ver túmulo né? Já pensaram nisso? Fica aí o momento de reflexão.

E não sei vocês, mas eu achei tão Duomo de Milão… não acham? Tirando a cor, claro.



Cascais at night

28 jan

Quando as pessoas vão para Lisboa, todo mundo fala pra ir visitar Cascais e Sintra, NO MÍNIMO, porque é bem pertinho e são super lindas.

Sintra vou falar outro dia, hoje vou me ater só em Cascais. O post é “at night” porque estive lá de noite, e não uma compilação de coisas para fazer a noite.

Na real, obviamente estava tudo fechado, mas a vista foi bem legal, e a cidade estava linda com as luzes amarelas de lá e com algumas decorações de Natal ainda.

Aliás, é em Cascais que fica a “boca do inferno” e leva esse nome porque ali batem ondas fortíssimas e é muito perigoso mesmo estar no mar ali pertinho. Como estava de noite, e o local é no mar, sem luzes, não rolou tirar fotos.

Como estava com uma amiga de carro, ela foi parando nos lugares bacanas. O começo do passeio começou em uma das praias que os lisboetas aproveitam no verão. Segundo ela, o local é point, e todo mundo vai passear com cachorro, dar uma volta, e ficar nos barzinhos no final da tarde.

Por ali tem até um castelo abandonado pra compor o visual.

Continuando o passeio, ela me levou até o centrinho de Cascais, coisa mais fofa do-mundo! Além de ser pequena e gracinha, as luzes lá são amarelas e a vista é muito bonita.

Tem muita loja e restaurante/bar para todos os gostos, mas a maioria estava fechado quando chegamos lá. Já tinhamos jantado, mas me diz, restaurante/bar/pub fechado 23h? Portuga né…

Enfim… caminhando pelas ruas, você acha casas super bonitas que devem ser uma delícia no verão. Além de que toda a numeração e muitos nomes de lugares são feitos nos azulejos, bem típico.

Achei linda a decoração simples de Natal. Igrejas e prédios históricos contornados com luzes. Vai dizer, olha que bonitos:

Seguindo de carro chegamos neste castelo-museu lindissimo também! Minha guia particular disse que não é todo aberto à visitação, apenas uma parte. (eu gosto da Europa porque tem essas coisas feias pra ver no meio do caminho, sabe?)

Logo a frente do castelo, tem o porto que é muito bacana também. Dá pra entrar tranquilamente, ver os barcos, fazer compras ou sentar em algum bar e aproveitar o verão. Como era invernão e noite, estava deserto, mas boatos que fica super lotado na alta temporada.

Ainda por ali, tem o Farol Design Hotel…  suuuuuper legal. Cada quarto, cada cômodo é de um jeito diferente. A diária é bem cara né (de 110 a 250 euros!), somos humildes e só circulamos no hall de entrada e no restaurante, que já foi suficiente para entender toda a vibe do lugar.

Cascais é sensação no verão, com suas várias praias, barzinhos e belas vistas. Mesmo assim adorei ter conhecido a cidade durante a noite!!

Compras: Outlets em Orlando

27 jan

 

Chegamos a um assunto que amo: barganhas. Nada melhor do que garimpar e achar aquela super peça com um precinho bem camarada, não é mesmo? E não existe lugar melhor no mundo para isso do que um outlet. Hoje vou falar de dois outlets em Orlando, superbacanas, que vão te deixar arrepiada. Onde você pode comprar peças de grife a preço de lojas de departamento mais, digamos, modestas? Fique com a gente, leia até o final e descubra! Vamos lá então!

Prime Outlet

Este foi o primeiro que visitei em Orlando – e o que mais fez estrago no meu bolso. Todas as lojas que eu gosto estavam ali. O Prime conta com cerca de 200 lojas, entre elas: 2b Bebe, 7 For all Mankind, Adidas, Calvin Klein, DKNY, Forever 21, GAP, Juicy Couture, Lacoste, Levi´s, Michael Kors, Oakley, Tommy Hilfiger, Victoria´s Secret, Saks Fifth Avenue, Fossil, Guess e The Cosmetic Company Store (para comprar Lancôme e Clinique), minhas preferidas.

DICA 1: Assim que chegar no outlet, vá para o bureau de informação ou peça para o seu guia pegar o mapa e o livrinho de descontos. No Woodburry Commons, em NY (falarei dele numa próxima), você pega um livrinho mesmo, cheeeeio de ofertas, que vão de 10% em compras acima de 100 dólares, 50% off em qualquer compra e por aí vai, depende do que as lojas estiverem propondo. Aqui no Prime também foi um livrinho; no Premium, se não me engano, era um folheto com vários quadradinhos destacáveis. Todos esses outlets são da mesma rede, a Premium Outlets, então o esquema é o mesmo.

DICA 2: como não sei quanto tempo você vai ter e se vai sozinho ou com grupo, ao pegar o mapa, já marque as lojas que tem interesse e se organize. Pode cansar muito ficar passeando aleatoriamente e outlet não é um simples passeio no shopping. Encare isso como uma atividade profissional, foque-se no que tem que fazer e força na peruca, pra não perder tempo – e tempo aqui é, realmente, dinheiro.

Comecei pela Guess e fui passando pela The Cosmetic Company Store (do ladinho), Tommy, GAP, 2b Bebe e fui fazendo a festa. O que vale a pena comprar? Peças clássicas, sempre; casacos, jeans (recomendadíssimos) e acessórios. Nem pense em sair de um outlet sem pelo menos uns 4 pares de jeans, um bom casaco, uma pólo clássica, um óculos e um par de tênis.

Quando você entrar numa loja e achar que um jeans Armani de U$ 39,00, um Calvin Klein a U$ 60,00 ou um Diesel a U$ 100,00 está caro, é porque você já está no clima e, é claro, muito mal acostumada! Tudo isso é real e eis aqui uma das minhas etiquetas pra comprovar: jeans Armani a U$ 19,00. E liiindo! Manchado na medida certa, corte impecável.

Não deixe de passar na Forever 21. Comprei vestidos a U$ 9,00 ( isso mesmo, NOVE dólares) e bijoux a partir de U$ 3,00 (tudo bem que a qualidade é questionável, mas por esse preço a gente até aceita que seja descartável vai…..).

Na Victoria´s Secret os cosméticos são tabelados. Então aproveite pra comprar os tradicionais ou então os lançamentos como este abaixo. As lingeries são uma boa pedida – peguei uma promo de 7 unidades por U$ 25,00.

A Tommy foi a grande sacada. Blusas a U$ 9,00; casacos a U$ 39,00; pólos a U$ 20,00. A bagatela da vez foi uma bolsa pequena por  U$ 14,00 que está sendo pra lá de útil agora.

Lembram do trench coat que falei nesse post ? Então, ta aí um pedacinho dele. Impecável, acabamento maravilhoso por menos de U$ 50,00. Comprei alguns vestidos lá também, bem baratos, vale a pena. Os jeans são muito escandalosos, se você for do tipo mais básica, recomendo Calvin Klein e DKNY (que contava com jeans de U$ 17,00 a U$ 59,00).

Premium Outlet

O bom de fazer compras em Orlando é que, além dos outlets, o imposto é baixíssimo. Você paga 6% sobre o valor da etiqueta, porém, este é o único imposto que você vai pagar. Então, lembre-se: tem mais 6% além daquele precinho fabuloso que você está vendo ali, espremendo os olhos pra ver se está vendo certo mesmo, se é real.

Não comprei tantas coisas no Premium (pode entrar no mesmo site do Prime e lá você achará o Premium na International Drive). Estava cansada, tinha acabado de voltar da Universal e estava passando por uma torcicolo dos diabos, de tanto carregar a câmera. Como em seguida eu iria para NY e Canadá e já sabia de antemão que iria no Woodburry lá, ative-me ao que realmente interessava. The Cosmetic Company Store estava com uma promo imperdível de batons nude da Lancôme que iam de U$ 6,00 a U$ 9,00. Isso tudo porque a MAC havia acabado de lançar o vermelho Lady Gaga e, em NY, presenciei fila pra comprar tal produto. Resultado: todos os tons nude encalharam naquela semana, para a minha alegria.

Quase todas as lojas que tem no Prime tem também no Premium (com exceção da Victoria´s Secret). Os meninos que estavam no grupo da agência onde trabalho se acabaram nas compras: dois pares de tênis Adidas ou Reef a U$ 50,00; camisetas Quicksilver a U$ 12,00 (pasmem, DOZE dólares! Quanto é mesmo aqui no Brasil? 120?) e por aí vai, sem mencionar os eletrônicos (também tem lojas de eletrônicos nos outlets).

DICA 3: quanto eu devo levar? Honestamente falando, com U$ 1.000,00 você faz A FESTA. Mesmo. Eu não sei ao certo quanto gastei, porque tenho ido com certa freqüência, mas te digo que esse valor é bacana e plausível. Quanto mais, melhor, óbvio. Mas com mil dólares você não passará vontade e trará presentes para a família toda.

DICA 4: Algumas épocas são melhores para compras. Gosto de março (promos de inverno), setembro (você encontra tanto roupas de verão como de inverno) e novembro, no Thanksgiving (a Black Friday é uma loucura, chega a 90% off em tudo, mas só aconselho se você não for cardíaco). Julho é mais complicado – como muita gente vai e é alto verão, talvez seja meio desgastante e nem tenha tantas barganhas. Mesmo assim será barateza.

Por fim, espero que as dicas tenham sido úteis, que eu tenha conseguido te provocar, que você esteja procurando passagem agora mesmo e, já sabe, se precisar de companhia, só chamar!!!

Buenos Aires #roteiro parte 4

27 jan

Por último no percurso pela capital argentina, o bairro da Recoleta. (dicas básicas aqui e os bairros de San Telmo e Microcentro e Palermo.

Recoleta

A parte mais famosona do bairro eu já falei sobre, o cemitério da Recoleta, onde a Evita e várias outras personalidades históricas da Argentina estão enterrados. Dá pra reservar umas duas horas para passear por ali, um pouco mais se você for maluco por arquitetura.

O cemitério fica bem pertinho do MNBA (Museo Nacional de Bellas Artes), então você pode seguir sua visita para lá. O museu fica aberto de terça a sexta das 12h30 as 20h30 e de sábado e domingo das 9h30 as 20h30. O melhor de tudo é que a entrada é gratuita! O acervo do museu é vasto, desde obras clássicas até arte contemporânea argentina, além de receber exposições temporárias.

Saindo do MNBA, pegue seu mapinha e siga caminho para Floralis Generica, não muito longe dali. Obra do arquiteto Eduardo Catalano, é uma construção enorme e linda, feita em aço e alumínio. As pétalas abrem e fecham dependendo da hora do dia. Tem um parque ao redor da flor e é um ótimo lugar para descansar antes de seguir batendo perna!

Seguindo toda vida (brinks, nem é tão longe) a rua que passa em frente a Floralis, você chega no MALBA (Museo de Arte Latinoamerico de Buenos Aires). A Anna falou um pouquinho dele aqui. De quarta a entrada é mais barata (10 pesos). Quando fui a maioria das exposições temporarias estavam fechadas, mas o museu em si é suuuper bonito e clean, com intervenções artisticas… É focado em arte moderna e entre as peças mais famosas do acervo estão o Abapuru, da Tarsila do Amaral e quadro do Siego Rivera e da Frida Khalo.

foto do site

foto por Pablo Reinoso

E por ultimo, o bairro mais moderninho de BsAs, Porto Madero. Pra falar a verdade esse foi o último que visitei e já estava exaaausta, então só passei (me arrastei) numa olhadela básica.

O bairro fica perto do porto, então tem toda aquela vibe de navios, guindastes de carga enormes, somado a uma paisagem que é exatamento o que você imagina do pampa gaucho. Isso porque no perímetro do parque é a Reserva Natural Costanera Sul, um parque enorme onde você pode fazer picnic, andar de bike e só passear de bobeira mesmo.

Várias pontes ligam uma parte a outra do bairro, sendo a mais chamativa delas a Puente de la Mujer, inaugurada em 2001. Do lado de lá da ponte ficam alguns restaurantes chiques da cidade. Do lado da cidade você acha opções um pouco mais baratas, inclusive alguns exemplares de cadeias de restaurantes bem americanos, como o Hooters e o TGI Friday.

E ai, ficou faltando algo de Buenos que você gostaria de saber?