Turista: Rafa Grochewski

26 nov

Não falei que ia ter post exótico aqui no blog? Hááá, então, hoje a minha amiga de faculdade e de viagem vai falar sobre nada mais, nada menos que CAMBODIA!!

Ela é a única pessoa que eu conheço que já esteve lá. Sem contar, é claaaro, com o cambojano que conheci quando estava no México e que era super gente boa.

A Rafa ficou um tempão lá na Ásia e foi para todos esses lugares exóticos e malucos e eu vou fazer ela contar mais coisas aqui no blog mais pra frente. Porém, ela tem um blog com as experiências que viveu quando morava em Bangladesh (exóticooooo) e você pode entrar e ler toda a estória na íntegra.

Vou parar de enrolar e colocar o que ela escreveu pra vocês:

“A Asia é um continente incrivel! Possui uma diversidade cultural gigantesca, e o que você ve naquele lado do mundo, é muitas vezes, indescritível. A Ásia é desafiadora, precisa ser explorada e isso depende muito do quão aventureiro é o seu espírito.

Visitei o Cambodia por apenas 3 dias (apenas 3 dias, porque eu peguei dengue e tive que voltar pra Bangkok. Mas não se assustem, eu fui a única pessoa que pegou dengue de todo mundo que eu conheci e provável que tenha sido picada na Tailandia). Saí de Bangkok em uma van alugada com destino a cidade de Siem Riep. A cidade é próxima a Angkor Wat, que é a maior estrutura religiosa no mundo (segundo o Lonely Planet), ou seja, é um parque histórico de templos datados do século XI e XII. Naquela época, o Reino no Cambodia (sim, é um Reino, até hoje!) possuiu reis hindus e budistas e os templos são uma mescla das religiões. Possuem imagens da cultura hindu e centenas de imagens de budas. Cada templo foi construído com a finalidade de homenagiar alguém. Não lembro de todos, mas lembro de um, que o rei da época construiu pra mãe dele!

Pode decidir por ingressos de 1, 3 e 7 dias que custam entre 40 e 60 dolares. Compramos ingresso para 3 dias, mas eu visitei apenas 2 dias, porque no terceiro dia a febre me pegou! O ingresso tem a sua foto e para entrar nos templos principais sempre é necessário mostrar o ticket, então é melhor deixar num bolso fácil.

O parque fica longe da cidade, eu e a Melissa, minha amiga americana, alugamos um tuk-tuk. Uma motocicleta que puxa um pequeno carrinho com espaco para duas pessoas, mas que cabem 4 pessoas apertadinhas. Dividimos o valor, cerca de 12 dolares por dia, com duas meninas francesas que conhecmos no hostel. Também tem gente que prefere conhecer Angkor Wat de bicicleta, aí depende da forma física de cada um. O calor daqueles dias, fez a gente optar pelo tuk-tuk. Para conseguir um tuk-tuk é fácil, mas é preciso negociar, como em toda a Ásia. Existe também muitos hostels que tem tuk-tuks proprios, que te atormentam no hostel, falando que tem o melhor preço e blá, blá, blá. Dúvide. Na verdade, acho que praqueles lados, você precisa duvidar de tudo. Eu e a Melissa negociamos com um tuk-tuk-driver do hostel, e um aleatório na rua, e com o segundo o preço foi mais amigo.

A cidade de Siem Riep é totalmente turistica, e a moeda que circula é dólar americano. Eu saquei dinheiro num ATM, e saquei dólar, todo mundo aceita dólar. A moeda local, que não vale nada, praticamente, é usada como moedas. Por exemplo, se voce gasta U$2,50, e paga com U$ 3, como não existe moeda de 0,50 centavos de dólar, o troco é na moeda local. U$1 = 5000 riels, então nesse caso, voce receberia o troco em notas de riels. Confuso? Logo logo acostuma… Siem Riep é legal, lotado de turistas, pois a economia da cidade gira em torno de Angkor Wat, tem uma área da cidade com restaurantes legais e baratos. (Não que seja um grande diferencial, pois a Ásia é barata!) O hostel que ficamos, foi “indicado” pelo nosso tuk-tuk driver, que depois descobrimos que trabalhava no hostel! (quanta coincidencia…), a Melissa negociou (ela era ótima em negociar!) e pagamos 8 doláres por dia um quarto para 2 pessoas, 10 dólares era com ar condicionado.

Queria ter conhecido mais do Cambodia. Mas eu e a Melissa, decidimos voltar pra Bangkok e ir pro hospital. No Cambodia não sabia que tinha dengue, eu só não me conformava porque a febre insistia em nao abaixar… hehe. Mas, mesmo assim, valeu!”

Ok, tirando a parte da dengue – que nada mais é do que mais uma estória pra contar – , a viagem parece ser bem interessante né? Eu queria muito conhecer toda a Ásia, e Cambodia nunca esteve na minha lista de prioridades, até ver as fotos da Rafa.

 

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2 Respostas to “Turista: Rafa Grochewski”

  1. caju 26/11/2010 às 8:50 #

    cadê a foto da rafa vestida de tomb raider?

  2. rafaela 26/11/2010 às 11:05 #

    verdadeeeeee. esque ci de contar que foi aí que filmaram Tom Raider!

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