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Turismo virtual nerd

4 out

Então. Confesso. Sou nerd. Bem nerd, geek, essa coisa toda. E adoro o Google. Então esse post tem essa vibe nerdinha, mas calma, não é nada de outro muito. É que como o bafafá do momento internético era a chegada do Google Street View ao Brasil, fui ver esse fim de semana como funciona.

Voltando a fita um pouquinho… O Street View é uma ferramenta do Google Maps e Google Earth que disponibiliza imagens ao nível do chão em algumas partes do mundo. São 360° na horizontal e 290° na vertical. As imagens são capturadas por carros equipados de câmeras e que fazem os percursos pela cidade. Onde o carro não chega, vão as bikes.

O recurso ficou disponível para cidades brasileiras (são paulo, rio, belo horizonte e campinas) agora dia 30 de setembro. O rumor é que as cidades-sede da copa sejam as próximas a entrar na lista.

Apesar de só agora no Brasil, o Street View já rola faz um tempo em outras grandes cidades do mundo. Tá, mas o assunto aqui é viagem, pra que me serve isso?

A coisa é que, pelo menos eu achei, esse tipo de visualização facilita muito planejar uma viagem, visualizar coisas que você antes só tinha como referência mapas simplificados. Pra quem não tem muito senso de direção com mapa, é fantástico…

Você digita o nome da cidade que quer ver. Ser ela tiver o StreetView, vai aparecer aquele bonequinho laranja (que parece um pininho do Jogo da Vida) ali do lado, na barra de zoom.

Ai você arrasta ele para o mapa e as ruas que você pode acessar ficam destacadas em azul.

Aí é só largá-lo no ponto que quiser e a tela vai mudar para a visão de rua. O mapinha ficou reduzido ali do lado, ó.

Se quiser, dá pra expandir o mapa novamente, pra facilitar a visualização

Mas vamos a exemplos de funcionalidade para viajante. Digamos que você vai fazer uma reserva no St Christopher Inn, na Borough High, em Londres, mas está em dúvida… você pode jogar o endereço no Google Street View e checar os arredores

Rua simpática, entrada bonitinha… ali do lado um rent-a-car. Escondido atrás do ônibus, olhando do outro lado da rua, um supermercado SaintBurry. No fim da rua, a Igreja de St George. Você já sabe onde vai ficar, qual a cara do hotel… mega tranquilidade!

Essa é só uma das praticidades… Ainda são poucas cidades, mas o plano da Google é ir expandindo o sistema aos poucos. Mas nas cidades mais famosas, já dá pra prever seu trajeto dentro da cidade, ver os pontos turisticos ou brincar de fazer turismo virtual pelas ruas de Paris, Roma… só pra deixar com maaais vontade de fazer as malas e partir!

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Comparando: Museu de História Natural

4 out

Aqui vou falar dos dois maiores museus de história natural que visitei até agora, o de NY e o de Londres. Os dois são grandiosos e tem coisas bem interessantes.

O de Londres fica num prédio maravilhoso e que no inverno abriga uma pista de patinação no gelo no jardim.

O museu abriga desde dinossauros até uma parte de ciência com foguetes espaciais e uma história cronológica do planeta, com estudo de rochas e tudo o mais. A parte de dinossauros é bem grande, só que também é bem cheia. Tem uma sala especial, com um tiranossauro que se mexe e tudo o mais, mas você vai vendo tudo em fila e essa parte acaba sendo meio chata e as fotos com flash ficam meio ruins… mas é bem bacana e tem bastante material.

A parte de animais marinhos é bem interessante também, mas achei as coisas um pouco amontoadas.

Na foto aqui debaixo da direita dá pra ver como fica cheio o museu. Vai ver é porque além de legal e ponto turístico básico, ele é de graça, como a maioria dos museus na cidade.

Existem atrações especiais para as crianças, com atividades interativas e que ensinam de forma adequada aos pequenos. Realmente quando fui tinham muuuitas crianças e pelo jeito elas ficavam lá dentro do museu horas e horas!

Já o museu de NY me pareceu um pouco menor do que o de Londres, apesar de ser bem grande também. Tem 5 andares e por abrigar tanta coisa é um pouco confuso, assim como o britânico.

Esse museu estava bem mais vazio quando fui, e nem fui tão cedo assim… já eram umas 11h.

Algumas salas estavam em reforma, e uma delas era o salão de entrada principal e também a fachada. Há uma entrada pelo metrô, na parada entitulada com o nome do museu mesmo. É bem mais tranquilo entrar por ali, vi que no salão principal tinha fila enquanto que nessa não tinha quase ninguém.

Ali embaixo mesmo tem um mini mercadinho, e dá pra comer ali dentro mesmo, principalmente se quiser fazer uma visita bem minuciosa e ver tudo, porque daí dá pra fazer uma paradinha e encher a barriga antes de continuar a saga pela história natural.

O museu é todo separado, óbvio. Tem história americana, sala da África, sala do México, sala de pedras preciosas, sala de Alaska, dinossauros e etc.

Achei as esculturas muito perfeitas, pareciam muito reais, assim como os cenários. A parte de animais marinhos achei bem mais bonita, melhor distribuída e mais interessante do que o de Londres.

 

A parte de pedras preciosas é bem legal também, tem bastante material e tudo bem separado, assim como a dos diversos povos expostos.

Assim como o britânico, este também tem vários dinossauros, e por ser em um espaço mais claro, as fotos ficaram bem melhores:

Diferente do museu de Londres, esse aqui é pago. Tem vários tipos de entrada, para vários tipos de atrações, mas a básica sai por usd 20. Eles ainda oferecem Space Show, Imax, Butterflies, Race to the end of the earth… e dá pra comprar tudo junto também, pela bagatela de usd 36 (bilhete para adulto).

Lá dentro eles abrigam o famoso planetário, e que por vezes tem programação especial, com filmes e eventos. Confira no site quando for.

De forma geral, gosto mais do prédio de Londres, mas a quantidade de pessoas me incomoda quando vou a um museu. O de NY tem suas exposições melhor organizadas e mais fáceis de ver/entender, além de possuir salas maiores e de melhor circulação.

O de Londres ganha mais um ponto por ser free, mas pelo menos o de NY está incluso no City Pass e assim não fica tão salgado.

Também vale lembrar que o de NY tem lojas separadas de cada setor, então elas não ficam tão apinhadas de turistas querendo comprar bichinhos. E elas tem umas coisas muito bonitinhas e fiquei bem tentada quando entrei em algumas, mas aí pensei duas vezes sobre o que faria com milhões de bichinhos de pelúcia na minha casa. Optei por não gastar ali no final das contas!