Arquivo | setembro, 2010

NY de (quase) bolso!

30 set

Todo mundo sabe que sempre que viajo eu guardo tudo, todos os tickets, embalagens e todas as coisas possíveis e depois quando volto junto tudo num caderninho ou caixinha ou o que for.

Para encerrar o mês USA, nada mais digno que postar aqui o caderninho de NY!

O caderno que usei é um super lindo que comprei na Kates Paperie, que já comentei aqui no post sobre compras.

Olha só:

Quando volto de viagem já me sinto na obrigação de fazer um desses!!

 

Bom, o mês USA acaba aqui. Espero que tenham gostado das dicas! Os próximos posts estão bem legais também, a Fe vai contar da viagem dela pra Buenos Aires e a Bru fala da viagem no Canadá – que eu já estou super curiosa, pois ainda não falei com essa loira.

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Cruzeiro em Bahamas!

29 set

Que tal mais um post hoje? Hein? Hein?

É a quase a despedida do mês, e por isso postamos algo bem relax como o Cruzeiro que a Mayra fez por Bahamas:

“Bahamas? Cruzeiro? Desafio você a achar uma combinação em que essas duas palavras não soem ótimas na mesma frase!

Ok, de vez em quando o navio balança, mas você pode facilmente culpar o álcool servido a bordo por essa situação. Inclusive, no quesito cruzeiro, álcool e refrigerante são as únicas coisas que não estão incluídas no preço da diária da Royal Caribbean (mas imagino que isso deve ser praxe pra todas as empresas). E isso torna quase impossível recusar as seis deliciosas refeições diárias que eles servem.

Como foi o primeiro e eu e minha família não sabíamos como seria a nossa adaptação em alto mar, escolhemos um cruzeiro menor – mas foi tempo suficiente pra gostar, tanto que esse Ano Novo faremos um novo cruzeiro!

O itinerário foi assim: Miami – Nassau – Cococay – Key West – Miami.

A saída já começa com festa. DJ e bebidinhas (cobradas à parte) no deck da piscina, enquanto o pôr do sol se iniciava em Miami.

A viagem até Nassau dura a noite inteira e o navio aporta lá bem no comecinho da manhã. Chegando lá, você tem algumas opções:

1) ir até o Atlantis Paradise e aproveitar o dia nesse resort lindo, rico e enorme – que tem atividades igualmente lindas e ricas (interagir com os golfinhos não sai por menos de U$ 110 por pessoa);

2) visitar o centro da cidade, com seus monumentos e lojinhas.

Quando eu digo lojinhas, não se engane: Rolex, Tiffany’s e Brietling são alguns dos exemplos das lojas que você vai achar por lá. O que acaba sendo uma curiosidade, pois nas ruas principais é praticamente só isso que existe – lojas de relógio e jóias.

Aproveite o tempo pra curtir o passeio e apreciar o mar azul azul (e gelado!), mas tome cuidado pra não se afastar muito das ruas centrais – porque assim como em quase todo lugar, turista é alvo fácil pra roubo.

Saindo de lá, o navio supostamente iria pra Cococay – que é uma ilha particular da própria Royal Caribbean – mas como nem tudo são flores, não pudemos aportar lá. O mar estava muito mexido e nem que parássemos longe das docas, utilizar os barcos auxiliares seria muito perigoso. Por conta disso, ficamos o dia todo no mar – que acabou sendo uma experiência muito gostosa, porque é uma delícia sentar e ficar simplesmente curtindo a vista!

A última parada foi em Key West que, segundo o nosso querido guia, é a cidade mais meridional da parte continental dos Estados Unidos (ou seja, a ponta mais ao sul do sul dos Estados Unidos). A cidade é extremamente charmosa e cheia de coisinhas e curiosidades interessantes. Por exemplo: já foi terra de piratas e saqueadores, já foi devastada inúmeras vezes por furacões (tendo que ser reconstruída praticamente do zero em algumas vezes) e abrigou também as casas de Ernest Hemingway e Tennessee Williams.

Pra apreender tanta informação, aconselho um passeiozinho com o trenzinho turístico da cidade, que roda toda a parte histórica num percurso de 2 horas e conta tudo o que você queria saber sobre a ilha! No fim, você ainda pode aproveitar a famosa Sunset Celebration, que acontece diariamente na Mallory Square pra celebrar o pôr-do-sol.”

Welcome to fabulous Las Vegas

29 set

O mês está acabando, e consequentemente os posts dos EUA também. Não, não… não precisa chorar, não é que nunca mais na vida vamos postar coisas sobre os Estados Unidos! Pelo contrário, ainda temos muito o que postar sobre o país… só o mês especial que está acabando e não poderíamos deixar Las Vegas de fora deste especial, não é mesmo?

Dona Gabriela escreve mais uma vez aqui no blog e conta as maravilhosidades da cidade:

Welcome to fabulous Las Vegas. Quando você vir essa plaquinha (eu não tirei foto lá, ambilivabou), chegou!

Infelizmente, por motivos que já expliquei aqui antes (fiquei atolada na neve), perdi 1 dia de viagem no caminho para Vegas, o que significa muito, quando você tem apenas 2 para visitar a cidade. E já que meu tempo foi curto, não pude conhece muita coisa, mas acho que posso dar meu relato aqui.

Chegar a Las Vegas à noite é uma coisa incrível, única na vida (uau). Fiquei deslumbrada com aquelas luzes piscando descontroladamente, aquela gente toda na rua! É muito legal constatar que aquilo tudo existe, não era cenográfico. Ou meio que é. Tudo lá soa um pouco artificial, superficial e estereotipado, mas acho que essa é a graça do lugar. Além de torrar todos os seus dólares nos cassinos (eu só fui naquelas maquininhas de alavanca, bobinhas), você pode assistir a um monte de shows, e comprar infinitos souvenirs. Como tem loja de coisas inúteis lá!

A rua principal concentra os cassinos mais famosos, e é uma concorrência absurda de luzes, efeitos e monumentos que invadem as calçadas. É legal entrar em vários. Tem uns mais ou menos, outros mais finos. Não paga pra entrar (pelo menos nos que eu fui), até porque se espera que você gaste seu dinheiro lá dentro, jogando mesmo.

Hospedar-se pode sair mais barato do que se pensa. Lembro ter reservado quarto no Stratosphere (mas acabei não ficando lá, enfim) por um preço bem bom. Ah, o Stratosphere é aquele hotel que tem uma torre gigante, e lá no topo, ao ar livre, uns brinquedos maneiros. Isso me lembrou de ter ido a uma montanha-russa que passava embaixo da calçada, foi divertido.

Você vai achar essas coisas todas que se vê em filme andando por 1 h na avenida principal. Sugiro que pare alguns minutos para ver o show de águas do hotel Bellagio, um clássico imperdível (só filmei, não tirei foto, mas joga no google). Os meninos podem ir a um monte de shows de strip-tease também.  Ah, tem um outlet por lá, dizem que é bem bom, mas obviamente não tive tempo de conhecer.

Esse é o meu resumo de Las Vegas. Gostaria de ter tido mais tempo pra conhecer a cidade, fazer um monte de coisas legais e contar tudo aqui. Acho que vou voltar um dia.”

Washington

28 set

Lembram na Rê né? Aquela maluca que postou sobre Chicago aqui esses dias? Hoje ela conta um pouquinho sobre Washington, do frio que pegou por lá e por um acaso da posse do Presidente Obama.

“Bom, eu morava em East Rutherford (NJ) cerca de 20 minutos do centro de Manhattan (de ônibus) e tinha vários amigos morando em Washington DC. Por causa disso acabei passando algum tempo por lá. Então ai vão umas dicas!

A passagem, que pode ser comprada na Port Authority (para quem esta em NYC) ou pela internet, custa cerca de $20! BA-RA-TE-ZA! Tem varias empresas que operam esse trecho por preços parecidos. Mas eu usei apenas os serviços da Bolt bus e da Chinatown Bus que sai de NY na esquina da 34th com a 7th Ave.

Colocando na balança os prós e os contras das opções existentes, preferi o Chinatown; principalmente porque ele para num lugar bem mais estratégico para quem tem malas! Mas confesso que o atendimento é meio “mais ou menos”. Primeiro que os xingling insistem em ficar gralhando com você porque tua mala parece ser maior do que ela realmente é! Segundo que eles não entendem metade das perguntas que você faz!! Apesar disso, o ônibus é como os convencionais de linha aqui do Brasil e P-A-S-M-E-N: tem internet!

Chegando em Washington, o ônibus te deixa em Chinatown (óbvio), procurando uma estação de metro para seguir meu destino, encontrei uma super bem central ali e (pra quem estava esperando um metro estilo NYC) a surpresa foi bem boa!  As estações apresentam sinais luminosos que indicam a chegada dos trens e painéis que mostram quanto tempo falta para o próximo passar! Além disso elas são lindas!

A primeira parada dos visitantes (depois de deixar as malas) em geral é o eixo principal da cidade. É praticamente impossível não compará-la a Brasília; acho que por causa do clima é super austero e regular.

Os pontos turísticos estão localizados principalmente no National Mall –um parque de cerca de 3km de comprimento onde ocorrem os principais eventos do país. Por lá, podem ser vistos em todo o canto milhaaaares de esquilinhos muito fofos e facilmente enganáveis!!! Chegamos perto de vários só fingindo que tínhamos comida!! Haha.

Estive lá na posse do atual Presidente Barack Obama (1 e 2)! Tá que eu choro por qualquer coisa, mas confesso que não deu pra agüentar com aquele monte de gente amontoada (3) no FRIO SINISTRO que estava, com bandeirinhas e HotHands (um pacotinho mágico que esquenta – foto 4) nas mãos E nos pés para não congelar, e esperando o novo presidente e a friendly Michelle darem uma palavrinha! Super emocionante! Alem disso, querendo ou não, a atenção do mundo inteiro estava voltada pra aquele momento, esperando se haveria ou não mais um atentado, todas as equipes de segurança em estado de alerta (5 e 6)!! Foi demais!! Nos bairros vizinhos, ocorriam nessa época, movimentações da população contra o ex-Presidente Bush; como essa intitulada “Give Bush the boots” que fez varias VARIAS pessoas ficarem sem sapatos (7)!

E é bem nessa região que fica o Jardim Botanico de Washington (8) (enorme) e vários Museus e Memoriais dedicados à antigos Presidentes dos EUA como Thomas Jefferson (9) e Abraham Lincoln (10), e pontos turísticos como o Capitólio (11), a Casa Branca (12 e 13), o Washington Monument (14) e o II World War Memorial (15) que é dedicado aos soldados dos diversos estados americanos que serviram na guerra.

Acho que o lugar que eu mais gostei de conhecer nessa área foi o Museu do Holocausto que é simplesmente sensacional! Tem nos vidros de todo o edifício o nome de todas as pessoas que morreram por causa da guerra e tal. Super apelativo, chocante e estruturado!!

Hmm.. Acho que o último ponto de parada obrigatória dos turistas é o Pentágono. Tirei essa foto de cima de um hotel onde um amigo meu trabalhava. Quem for bem detalhista conseguirá ver que do lado esquerdo tem uma parte que é mais clara que o resto… Foi onde o avião colidiu no atentado de 2001… tenso!

Além disso, há um bairro super fofo (16) chamado Georgetown, que é ótimo para fazer compras! Tem StarbuckZES em toda esquina e lojas de todas as marcas tradicionais americanas (roupas, perfumes, cosméticos, sapatos, discos, livrarias, galerias de arte (17)…) incluindo a Urban Outfitters, uma loja que eu AMEI conhecer que tem desde roupas até artigos de decoração (18)! No quesito compras, Washington esta bem servida de shoppings também! Dos que eu conheci, achei o Pentagon City Mall (19) o mais recheado de lojas boas; além de ter um ponto de metro DENTRO do shopping. O que facilita muito a vida! Outro bairro bem fofo é o Adams Morgan, varias lojinhas e bares na rua. Lá encontramos uma loja de produtos feitos de Cannabis (chocoou!) (20). A loja se chama Hemp Store e tem desde cachimbos muito loucos e essências até tênis feito com a fibra da planta.

Para os amantes de umas comprinhas, tem também o Potomac Mills Outlet, que fica meio longinho do centro de Washington, mas que sempre vale pra umas comprinhas, né!

Bom, acho que é isso! Na minha opinião, vale muito a pena conhecer a cidade pela importância histórica e simbólica que ela representa para o povo dos EUA. Espero que tenham gostado!”

Onde comer em NY

27 set

Apesar de que fiquei relativamente pouco tempo em NY e que não sou rica pra ir em todos os lugares legais que a cidade oferece, vou dar algumas dicas de lugares que fui e que achei bem legais.

Como estamos falando dos EUA aqui, nada mais digno do que confessar que fui ao Mc Donald´s e Burguer King. Interessante que no Mc não tinha meu sanduiche preferido – mc chicken – e que no BK não tem refil de refrigerante. Confesso que fui algumas muitas vezes na Starbucks, cláááássico do café da manhã.

Tá, agora que passou o momento junk food básico que todo mundo conhece, vamos ao que realmente interessa.

Fomos em um restaurante indicado por uma amiga da minha mãe. Nome? Carmines. Cheio de brasileiros, mas muito bom. Esse que fomos fica bem na frente do Teatro do Rei Leão, e fomos a primeira vez obviamente quando tinhamos ido assistir tal peça na Broadway. Estava meio cheio e tinha lista de espera, mas 5 minutos depois já nos chamaram.

O preço é ótimo e o mais ótimo ainda é que cada prato serve 4 pessoas tranquilamente e ainda tem refil de refrigerante. É um “restaurante familiar” como os próprios garçons dizem.

O menu fica na parede, em painéis bem grandes e fáceis de ler. Prato principal: massa. O atendimento é rápido e eles são bem atenciosos. No primeiro jantar escolhemos um Penne Bolonhesa. Como estávamos em 2, sobrou horrores. Na segunda, pedimos Rigatoni & Broccoli (tinha uma vegetariana conosco) delicioso e que alimentou 5  turistas famintos!

Pra sair do básico “café da manhã na Starbucks”, fomos no Le Pain Quotidien, no Soho. Eles tem mais sedes espalhadas pela cidade, mas só fomos nessa aí. Lindissima e super gostosa. Dá pra pedir pra levar ou comer lá. Comemos um croissant com chocolate que estava bem gostoso e o ambiente era muito agradável. O preço era normal, sinceramente nem lembro quanto paguei. Mas olha que bonitinho o lugar:

Esse café em questã fica bem na frente da NY Costume, que falei no post de compras.

Também fomos ao Lindy´s que ficava ali pertinho do hotel, na 7º, quase em frente ao Madison Square Garden. É pequeno e é mais simples um pouco, mas tem toda aquela vibe de lanchonete americana dos anos 60. Comemos um steak super bem servido, acompanhado de uma mega salada.

Marcamos de ir ao Dean & Deluca – momento Felicity – mas achamos que era tipo a Starbucks e a Le Pain, mas na real era o balcão ali do café e tinha um mercadinho (?) no resto da loja. Como quando passamos por ali não estávamos com fome e nos assustamos com o lance do mercado, nem entramos. Mas fica aí mais uma dica de lugar para tomar café da manhã.

Almoçamos também no Europa Café. Tem em tudo quanto é esquina também e é bem gostoso. Acabei não tirando foto porque paramos pra comer bem rapidinho e continuar as compras! Tem opções de salada, sanduíches, muffins e pizzas. Naquele dia optamos por um pedaço de pizza, que foi bem suficiente e custou apenas usd 3. Fiquei bem alimentada pelo resto da maratona na 5º Avenida. Recomendo.

 

Se você quiser algo mais chique, pode ir ao super famoso Red Lobster, um super chique de frutos do mar. Como eu não gosto de frutos do mar, não fui. (aham, só por isso mesmo…). O restaurante fica na 7º, pertinho da Times.

No momento luxo do post, vou contar o que ia contar no post de pontos turísticos e acabei não contando. Lembra que falei que fomos ao Plaza né? Então. Fomos lá conhecer o hotel, e aí resolvemos dar uma olhadinha no menu do restaurante… tipo só pra ver o preço absurdo. Choque! Era muito viável um almoço ali.

Entramos meio sem jeito né, afinal éramos turistas cansados e de All Star no meio do luxo total. Mas ok, fiz de conta que estava com um vestido de gala e entrei. Por alguns dólares, não muitos e eu não vou falar quantos só pra deixar aquele ar de mistério, comemos entrada + prato principal + sobremesa + água. Fala sério, quando que eu podia imaginar que um dia almoçaria no Plaza? Foi muito bem pago tudo isso, olha as fotos dos pratos (ah sim, tiramos fotos de todos, se é pra ser turista, que seja por completo!):

Caramelodrama, essas fotos são pra você! Hehehe.

Não posso terminar este post sem comentar a Dunkin´ Donuts, mega conhecida por aí. Tinha aqui em Curitiba, mas sumiu faz tempo (cara de triste). Lá no entanto tem em tudo que é canto, e os famosos donuts são lindos, deliciosos e baratos. Tá bom 1 dólar pra você?

Bom, esses foram os lugares que fomos e que indico a todo mundo. Carmines, Le Pain e Plaza com certeza devem ser frequentados, mas é claro que se você for um chocólatra de plantão como eu, pode quem sabe almoçar/jantar na loja da MM´s…

Não? E essas maçãs do amor que vi no aeroporto de Atlanta? Pena que não rolava levar no avião, mas acho válido mostrar aqui e arrematar como a sobremesa deste post.

Disney

26 set

No post de hoje temos a participação ilustre de minha amiga Carol, que conta pra gente tudo sobre a Orlando/Disney com várias dicas super legais. Sem contar as fotos lindas que ela tirou por lá!

“Sou meio suspeita pra falar de Walt Disney World – afinal sou uma completa Disney Freak desde pequena e acabei fazendo o College Program deles em 2003/04 – trabalhei no Magic Kingdom durante 3 meses, felicíssima. Este mês tive a oportunidade de voltar para Orlando pela primeira vez desde então, e não preciso nem falar que minha empolgação era quase incontrolável. Fui acompanhando minha prima com o marido e os três filhos, como guia exclusiva e sabe-tudo.

A Anna me pediu para compartilhar alguns dos segredos com vocês, e aqui estou! Vou dar várias dicas de onde ficar, onde comer e quais são os brinquedos mais legais.

Comecemos do começo: Disney. Nós brasileiros temos a tendência de misturar os parques do complexo Walt Disney World com os da Universal e com Sea World, Busch Gardens e tudo mais, mas vou esclarecer desde já: são muito, muito diferentes. São diferentes em objetivo, em filosofia, em público-alvo e principalmente no que se refere ao cuidado com os visitantes.

ONDE FICAR

Dê preferência aos hotéis dentro do complexo Disney, apesar de serem um pouco mais caros. Eles são temáticos, cada um completamente diferente do outro, estão bem mais perto dos parques e tem o maior diferencial de todos: o serviço Disney. Todos os cast members (funcionários) tanto nos hotéis quanto nos parques são sempre extremamente solícitos, prontos a resolver qualquer problema e muito amigáveis.

Os melhores, dos mais luxuosos aos mais em conta:

– Grand Floridian

– Caribbean Beach Resort

– Wilderness Lodge

– Port Orleans: French Quarter

– Pop Century Resort

WALT DISNEY WORLD

O Walt Disney World está em uma área de 122km² em Lake Buena Vista, Flórida. Tem quatro parques, dois parques aquáticos e 24 hotéis temáticos, além de inúmeras outras coisas como campo de mini-golfe e centro polidesportivo. O público-alvo principal são crianças de 7 anos – antes disso, as crianças cansam rápido, não aproveitam quase nada e tendem a sequer lembrar da viagem mais tarde. A partir desta idade, tudo é uma delícia, e é garantia de que a família inteira vai adorar.

Dica importantíssima: se for alta temporada (junho-agosto), chegue no parque e corra com os ingressos na mão para as atrações mais disputadas – todas elas têm FastPass, um bilhete que te dá um horário para voltar e pegar menos fila. Ninguém quer perder 2 horas e meia para uma atração de 10 minutos, não é? Você pode pegar um FastPass a cada 40 minutos, mais ou menos.

Os parques do Walt Disney World são quatro:

Magic Kingdom

É considerado a “Disney” mesmo. É onde tem o castelo da Cinderella da foto acima, o carrossel, a famosa Splash Mountain, a casa do Mickey e da Minnie e futuramente as casas das princesas todas. Não deixe de provar um Funnel Cake perto da Haunted Mansion e de tomar um sorvete de Cookies’n Cream no Ice Cream Parlor na Main Street, U.S.A.

Imperdível: Mickey’s Philharmagic e os clássicos: Space Mountain, Big Thunder Mountain Railroad, Pirates of The Caribbean (agora com Jack Sparrow!) e a Haunted Mansion. Não deixe de ver o Wishes!, o show de fogos, de maneira nenhuma. É lindíssimo!

EPCOT

A visão do futuro segundo Walt Disney – uma cidade eficiente do ponto de vista energético, considerado meio antiquado mas que tem recebido mais atenção dos Imagineers (os engenheiros da Disney Company) e inagurado muitas coisas novas legais, como o Soarin’ e o Mission Space. Tudo é espaçoso e largo. O World Showcase ainda é maravilhoso de se ver, com seus 14 países distintos e o show de fogos, o Illuminations, todas as noites. Experimente grátis refrigerantes do mundo todo no Coca-Cola Ice Station Cool, coma um doce delicioso na Pâtisserie da França e jante no Tutto Italia pra dar um tempo de hamburgers e batatas fritas.

Imperdível: Soarin’, Mission Space, Test Track, The Land – onde eles fazem experimentos com plantações sustentáveis de vegetais que suprem o consumo de todo o Walt Disney World, e a Spaceship Earth (a bola da entrada), toda redesenhada e reimaginada por dentro.

Disney’s Hollywood Studios

Anteriormente MGM Studios, o Hollywood Studios é o parque mais “mágico” depois do Magic Kingdom. Ele se concentra na história dos filmes que fizeram a história em Hollywood e é cheio de atrações para todos os gostos. É muito bonito e cheio de coisas acontecendo o tempo todo nas ruas, como bandas, carrinhos com comediantes, personagens de filmes passeando. Vá comer no 50’s Prime Time Cafe e se divirta com os garçons te tratando como um membro da família, colocando os pés no sofá, e apresentando todos os “primos” distantes.

Imperdível: Hollywood Tower Hotel, Aerosmith’s Rock’n Rollercoaster, The Great Movie Ride, Indiana Jones Stunt Spectacular, e o novíssimo Toy Story 3, bem disputado, e o show noturno aos domingos e quintas-feiras, Fantasmic!

Animal Kingdom

Inaugurado em 1998, é o parque mais novo do complexo e também o menor. Trata de todo o reino animal Disney, com atrações relacionadas a filmes como O Rei Leão e Vida de Inseto, e inclui um safári de verdade e vários brinquedos de água. É bem arborizado e uma boa pedida para dias muito quentes. É silencioso e agradável. Na Dinoland U.S.A, o Restaurantosaurus já venceu três vezes o prêmio de melhor restaurante em parques temáticos de Orlando.

Imperdível: Kali River Rapids (prepare-se para se molhar muito!), Expedition Everest, It’s Tough to Be a Bug, Festival of The Lion King (chegue cedo!) e o Kilimanjaro Safaris para ver animais de verdade em uma reserva natural, como guepardos, leões, rinocerontes, girafas e elefantes.

Vá cedo nas atrações que molham – assim você tem mais tempo de se secar, e elas tendem a ter mais fila no meio da tarde, quando está mais calor.

UNIVERSAL ORLANDO RESORT

O Universal Orlando Resort é um complexo de entretenimento composto de três partes: o Universal Studios, o Islands of Adventure (onde está a parte do Harry Potter) e o CityWalk. Ele é um pouco mais adulto do que a Disney World, então é uma boa opção alternar os dias de Disney com os de Universal para que os menores não fiquem entediados. Alguns brinquedos nos parques são somente para maiores de 1m40 de altura – e não adianta insistir, é uma questão de segurança!

Universal Studios

O primeiro parque da Universal Resort é um clássico: tudo ali é voltado à industria cinematográfica, apesar de ser um pouco diferente do Disney Hollywood Studios. O Hollywood Studios tem uma cara bem anos 50, a era dourada do cinema, e a Universal é mais moderna e cheia de surpresas. Eles inauguram brinquedos novos o tempo todo, e ali estão alguns dos mais famosos para adultos e crianças.

Imperdível: Shrek 4D logo na entrada, Revenge of The Mummy, The Simpsons Ride, Men in Black: Alien Attack (dica: atire várias vezes no mesmo alienígena!), Terminator 2, E.T. Adventure, e para os mais corajosos, Rip Ride Rockit!, uma montanha-russa incrível onde você mesmo escolhe sua trilha sonora.

ISLANDS OF ADVENTURE

O parque é como o nome diz: aventura. Definitivamente não é um parque para crianças menores de 10 anos, com poucas atrações destinadas a elas – mas com garantias de que os maiores vão se divertir como nunca. Inaugurado em 1999, tem alguns dos brinquedos mais radicais de Orlando, e também é a casa do recém-inaugurado complexo The Wizarding World of Harry Potter.

Não deixe de experimentar a Butterbeer e o Pumpkin Juice no Harry Potter, e de almoçar no Three Broomsticks. Demais!

Imperdível: Incredible Hulk Coaster, The Amazing Adventures of SpiderMan, Jurassic Park River Adventure (molha! muito!), Dudley Do-Right Ripsaw Falls (molha mais ainda!), e no Wizarding World of Harry Potter, veja TUDO. Vá nas três atrações – Harry Potter and The Forbidden Journey – uma jornada cheia de cenas dos livros e filmes com tecnologia inacreditável, passando por dentro de Hogwarts, Flight of the Hippogriff, e Dragon Challenge. Explore cada cantinho, entre em todas as lojas e não deixe de levar sua própria varinha mágica para casa, por 30 dólares.

SEA WORLD

O Sea World é um parque dedicado à vida marinha do mundo inteiro. Tem shows muito famosos como o da baleia Shamu. Estava meio abandonado e antiquado, mas as inaugurações das duas montanhas-russas fazem a visita valer a pena.

Preste atenção nos horários dos shows. O parque fecha cedo e pode não dar tempo de ver tudo!

Imperdível: Kraken e Manta – as montanhas-russas. A Kraken é um monstro marinho coleante com quedas bruscas e muito altas. A Manta simula o nado de uma raia no fundo do mar – você vai de barriga para baixo. Deliciosa! Não deixe de ir na Journey to Atlantis, que tem uma historinha malfeita mas é surpreendentemente assustadora. Os shows Believe, com as baleias, e Clyde and Seamore take Pirate Island, com leões marinhos, são ótimos para a família toda.

Se estiver calor, vale a pena incluir o Aquatica, o parque aquático do Sea World, no ingresso. É novinho em folha e tem escorregadores e atrações muito divertidas, incluindo um tobogã que passa por dentro de um tanque de golfinhos.

COMPRAS

Agora vamos falar de uma das coisas que os brasileiros mais gostam de fazer em Orlando: compras.

É inevitável: onde quer que você vá, vai encontrar brasileiros gastando seu suado dinheirinho por todos os lados. Prepare-se para ver muita gente conversando por mímica com vendedores, gente perdida olhando em volta, e com o tempo você aprende a reconhecer os conterrâneos. Realmente vale muito a pena ir atrás de eletrônicos, roupas, cosméticos e na verdade qualquer outra coisa.

Os pontos mais famosos e disputados para compras em Orlando.

– Florida Mall – o shopping é enorme, tem um mix de lojas bem variado e tem pontos como Abercrombie&Fitch, Hollister (preferidos dos brasileiros), Zara, GAP, H&M, The Body Shop, e uma Apple Store.

– Mall at Millenia – um shopping bem mais sofisticado, com lojas high-end como Chanel e Tiffany’s. Só vale a visita para aqueles mais abastados.

– Walmart – é um supermercado, ok, e temos no Brasil, mas é uma boa pedida para comprar aquela mala extra (sempre acaba precisando, não?) e explorar a infinidade de artigos para casa, brinquedos e acessórios culinários.

– Best Buy – uma loja só de eletrônicos. As maiores novidades em som, imagem e computação estão lá. Ali foi onde eu vi mais brasileiros na viagem inteirinha, me senti de volta no Brasil (e com vontade de sair correndo). Vale a pena para comprar laptops, DVD Players, iPods e jogos de videogame.

DICAS FINAIS

– Planejem os dias com antecedência. Se for a primeira vez, vejam os mapas dos parques e decidam a quais atrações querem ir – ir em todas é quase impossível, principalmente em alta temporada, e perder tempo na fila de atrações sem graça é bem frustrante.

– Se for alugar um carro, peça um GPS. Não tem como enfatizar o suficiente, Orlando é grande e espalhada, tudo fica longe e é muito fácil de se perder.

– Controle a mão dentro dos parques, não saia comprando tudo que vê pela frente. Os artigos que existem em uma loja provavelmente existirão em outras. Deixe as compras dos parques para os últimos dias – e se você estiver em um hotel da Disney, eles mandam entregar no hotel e você não precisa carregar sacolas.

– Preste atenção na quantidade de eletrônicos e coisas caras, porque ser parado na alfândega no Brasil e ter de pagar multa é sempre bem desagradável. Distribua as coisas nas malas da família e jamais deixe coisas como iPods e celulares nas malas despachadas – a chance de você ser roubado é considerável. Nunca faça uma mala só de coisas novas.

– Prepare-se para gastar 15 dólares por dia de estacionamento em cada parque.

– É sempre bom levar uma camiseta extra na mochila, principalmente se for em alguma atração de molhar. Mesmo no calor, você demora para se secar e pode ser bem chato.

– Sejam disciplinados! Acordem cedo, tomem um café reforçado rapidinho e se mandem pros parques: quanto mais cedo chegar, menos fila, mais tempo de fazer as coisas. Nada de ficar sentado olhando paisagem por meia hora, os parques são enormes e se anda bastante. Nada de corpo mole!

– E no fim das contas: divirtam-se! Orlando é a cidade mais visitada por turistas no mundo, e tudo é projetado para oferecer a melhor experiência possível a crianças de todas as idades!”

Aimeudeus! Nunca fui pra Disney, quero ir brincar!! Quando for vou levar a Carol embaixo do braço como guia pra poder aproveitar tudo e não perder absolutamente nada.


NY Turístico

25 set

A gente já falou de museus, de shows noturnos, de compras… e para completar o ciclo New York, vem o post de pontos turísticos, aquele básico de “tem que ver isso e aquilo”.

Partindo de onde eu estava já tem dois, o Madison Square Garden na 7º entre a 30 e a 31, que não fica assim aberto para visitação, mas é bem grande e se tiver algum show/evento é legal de ir, e logo atrás dele, na 8º, os correios. Prédio enorme também, que pega a quadra inteira.

Saindo dali, tem duas opções, ou seguir reto pela 7º e chegar na Times Square, ou pegar pela 34 e seguir para a 5º Avenida e ir ao Empire State. A gente falou aqui que tem o City Pass para entrar em algumas atrações, e essa é uma delas. O bom é ir meio cedo, lá pelas 8h30/9h, hora que abre o edifício, pois assim evita filas demoradas.

O bilhete do city pass te dá permissão para subir até o 86º andar e se quiser subir até o 102º tem que pagar mais usd 15. Achamos meio desnecessário pagar esse a mais aí, por isso fomos até o 86 apenas (a diferença nem era tão grande assim, vai…) e foi super legal. Primeiro você passa por tooooda uma revisão de bolsas e mil cordinhas de fila tipo lombriga de banco e essa parte não é legal, como fomos cedo, isso foi relativamente bem rápido. Aí você sobe, sobe, sobe, desce, anda, troca de elevador, sobe, sobe e sobe mais um pouco e chega.

Vista absurda, não preciso comentar…

Depois você desce, desce, desce, para na loja básica (que é bem carinha e não vale a pena comprar essas coisas lá no Empire) e sai pra continuar o passeio.

Ah, o prédio fica aberto das 8h até as 2h da manhã, último elevador sobe à 1h15.

Ali pertinho tem o Chrysler Building, na verdade na metade do caminho entre o Empire e o Central Park no final da 5º. Nesse não rola subir, mas é super bonito. Acho que dá pra conhecer o hall apenas. Nós só vimos debaixo mesmo. Bem do lado dele tem a Grand Central Terminal, mega famosa em filmes. Super linda, um pouco confusa e eu achava que o relógio era um pouco maior. De qualquer forma, adorei, achei muito muito muito bonita mesmo!

Continuando o passeio pela 5º, você passa pela belíssima Biblioteca (que estava em reforma quando fomos – legal) e ir seguindo até o coração das compras. Além das mil lojas, é na 5º avenida que ficam o Moma (com a 53), o Rockfeller Center, a Saint Patrick´s Cathedral, o Plaza e no final da rua, lá em cima, o começo do Central Park.

Do Moma eu já falei, então vamos pro Rockfeller. Lá que acontecem vários eventos, pista de patinação, loja da Lego, seriado 30 Rock e tal. Assim, é um prédio grande como outro qualquer em NY, mas dá pra subir nesse também. Ele tem passe no City Pass e é óbvio que a vista é tipo a mesma, o “esquema” é que ele fecha 00h, ou seja, vai no Empire State ver a vista de dia e porque é ponto turístico obrigatório, e no fim da tarde vá ver o por-do-sol e a vista noturna no Top Of The Rock. Bem bonito, está incluso no passe, tem lojinha, é ponto turístico.

Na frente do Rockfeller, mas tipo na-frente, tem a Saint Patrick´s. Igreja gótica = muito bonita. Parada obrigatória, claro. (igreja moderna, tem site e tudo!)

Seguindo em frente, tem o Plaza (hotel mega caro e famoso não é pra mim blábláblá), que dá pra entrar e ver todo o luxo que é a vida dos ricos e milionários. Vou contar uma coisa agora… quer dizer… não. Não vou contar agora. Vou fazer um post especial e daí eu conto. Por hora fiquem com as fotos do luxo absoluto:

Ok, depois do momento luxo, continue pelo Central Park. Ele é grande, mas os “pontos” turísticos dentro dele ficam na parte debaixo. Tem uma escultura em homenagem a Alice no País das Maravilhas, tem o Strawberry Fields em homenagem ao John Lennon, tem um castelinho lá dentro ainda, além do Met, que já falei aqui.

Ainda por ali, bem na altura do Strawberry Fields, tem o famoso Dakota, onde moram vários famosinhos. O prédio é bem bonitão e chique e no fim, é só um prédio. Mas né… ponto turístico. E por ali também, fica o Lincoln Center, onde acontecem alguns eventos interessantes.

Indo lá pra baixo, tem o Ground Zero, onde ficavam as torres gêmeas e que eu pessoalmente achei bobo, já que é um terrenão em construção novamente e que blá, as pessoas passam e nem olham, além do super movimento de Wall Streer style. Então sei lá, eu dispenso – a não ser que você vá fazer compras na Century 21 que eu falei no post de compras.

Ali que fica Wall Street e a Bolsa de Valores. Mesma coisa do WTC, lugar famoso, passa, tira uma foto do nome da rua, da rua e tchau. Não tem nada lá. Desce mais um pouco e chega no Charging Bull, o bufalo gigante que todo mundo passa a mão nas bolas. Se eu contar que foi bem mais difícil tirar foto aqui do que na Estátua da Liberdade, vocês acreditam? Porque foi! Foi muito difícil. Tem fila pra tirar “retratos” ali. Nem conseguimos tirar foto junto da estátua de frente, ainda mais porque tinha um japinha monopolizando a área, fazendo um book turístico ali! Desistimos, ficamos só com a foto de “passando a mão nas bolas do búfalo”.

Descendo mais um pouquinho e… tchaaaans, barco pra Estátua. Já adianto, é minúscula. Mi-nús-cu-la. Tá, usamos o city pass aqui também, é só chegar na mocinha do ticket e trocar pelo bilhete certo, sem fila, sem dor. Bom… isso se você for bem cedo e pegar a primeira balsa que sai às 8h30. Outros horários eu não garanto a tranquilidade.

Entra no barquinho e uns 20 minutos – nem sei quanto tempo levou, não reparei, tava brincando com os amigos – depois você chega. As balsas de retorno saem de 30 em 30 minutos. Tranquilo, ninguém vai te esquecer por lá. Burocracia e revista para entrar na balsa lá na ilha de Manhattan, burocracia e revista pra subir na Estátua. Lá dentro, o bilhete regular te dá direito a subir até o pé da Estátua. Para subir até a tocha, tem que reservar tipo meses antes e lógico, pagar a mais. O caminho não é de elevador, é trabalho suado de pernas em uma escada super estreitinha.

Venta bastante ali, nem se penteie antes de ir. Mas a vista é bem legal e tem uma loja bem mais barata que a do Empire State. Ali sim vale a pena comprar coisinhas.

Ali embaixo ainda tem a Ponte do Brooklyn, clássica de todos os filmes e seriados. Eu achava que ela era um pouco diferente, mas enfim, é legal chegar nos lugares e ver como realmente são. Atravessamos a ponte de táxi, é bem rapidinho, cerca de uns 6,2 minutos, usd 6. É meio difícil subir na ponte, é toda uma confusão de túneis ali embaixo e pra subir tem que ir literalmente até o comecinho dela… Atravessar a pé dá uns 30/40 minutos, mas eu não tinha mais pé, só bolhas, por isso o táxi.

Atravessamos e passamos um pedaço do dia ali no Brooklyn. Me senti uma local. Haha. Tem um parque super bonito mais pra dentro do bairro, o Prospect Park, que tem até um pseudo arco do triunfo, que quando chegamos todo mundo me zoou por eu chamar de Arco do Triunfo e no final das contas, lemos no guia que ele tinha partes do Arco lá de Paris mesmo. Há!

O Parque é bem grande, tem um zoológico dentro e tudo. Vale o passeio.

Não fomos ao Bronx, ficou para uma próxima visita, mas vimos todos os pontos mais importantes com tempo, com diversão e sem filas!