Cidade do México – II

31 jul

Quando postei aqui sobre a Cidade do México, fiquei devendo a segunda parte sobre restaurantes e festchenhas, e é sobre isso que vou falar hoje!

Uma região bem legal de conhecer é Polanco. Como já falei no outro post, tudo é sempre muuuito longe lá no DF, mas essa região é um pouco mais central (entenda isso como uns 30 minutos do centro histórico). Polanco é uma parte nobre da cidade e é cheia de barzinhos e lojas como Chanel, Hermes entre outras, e tem também uma livraria gigaenorme que fecha tipo 23h e tem café e tudo quanto é coisa pra ver.

Fui jantar no restaurante Villa Maria (fica na Calle Homero, 704) com alguns amigos, e é definitivamente um lugar que recomendo. O restaurante é de comida típica mexicana e é todo temático, claro. O ambiente é ótimo e a comida também. O preço varia, mas você acaba gastando cerca de R$ 30 se pedir um prato de carne, por exemplo. Comparado com os outros lugares que comi no México, esse é um dos mais “caros”. Lá no Villa Maria tem todo aquele negócio dos Marichis que cantam quando alguém está fazendo aniversário. Na mesa ao nosso lado tinha um aniversariante, e achei bem legal ver toda a apresentação com todo o jeitinho mexicano de ser.

Outra região bem interessante de ir é La Condessa. Ali é onde se concentram uns 78239 barzinhos, pubs, restaurantes e todo o agito da cidade. La Condessa é um pouco mais afastado, mas vale a pena ir e passar a noite lá. Opções não faltam! É meio complicado para estacionar, fato. E mesmo nos estacionamentos e vallets, quando eles vão buscar o carro, a gente não espera menos do que uns 45 minutos!!! Tenso.

Mas vale a pena ir pra lá sim. Fomos em um barzinho que se chama Pata Negra. Lotado é apelido! Não dava para andar lá dentro, mas a música era legal e todo mundo estava se divertindo.

Queriamos ter comida ali, mas como estava lotadééérrimo, não tinha lugar para sentar. Então caminhamos um pouco e chegamos no Crêperie de la Paix , uma creparia ótima, que fica numa esquina bem visível. Tivemos que esperar uns 30 minutos para conseguirmos mesa (o lugar não é muito grande), mas valeu a pena.

Apesar de ser creparia, eu e mais alguns amigos pedimos massa. Não me arrependo. Foi sem sombra de dúvida a melhor massa que comi por lá! Preço? No total R$25, com bebida e gorjeta.

O bairro é super moderno e “designer”. Vale a pensa passear de dia também para ver tudo melhor!! E para aproveitar bem o dia por ali, tem essas bicicletas públicas que custam $ 300 por ano (R$ 60) e você pode usar sempre que quiser. Tem em vários pontos e o restaurante que fica na frente dessas paradas que libera o uso das bikes.  Bacana né?

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Uma resposta to “Cidade do México – II”

  1. Daisy 02/08/2010 às 15:09 #

    Você usou a bike?

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