Archive | julho, 2010

Cidade do México – II

31 jul

Quando postei aqui sobre a Cidade do México, fiquei devendo a segunda parte sobre restaurantes e festchenhas, e é sobre isso que vou falar hoje!

Uma região bem legal de conhecer é Polanco. Como já falei no outro post, tudo é sempre muuuito longe lá no DF, mas essa região é um pouco mais central (entenda isso como uns 30 minutos do centro histórico). Polanco é uma parte nobre da cidade e é cheia de barzinhos e lojas como Chanel, Hermes entre outras, e tem também uma livraria gigaenorme que fecha tipo 23h e tem café e tudo quanto é coisa pra ver.

Fui jantar no restaurante Villa Maria (fica na Calle Homero, 704) com alguns amigos, e é definitivamente um lugar que recomendo. O restaurante é de comida típica mexicana e é todo temático, claro. O ambiente é ótimo e a comida também. O preço varia, mas você acaba gastando cerca de R$ 30 se pedir um prato de carne, por exemplo. Comparado com os outros lugares que comi no México, esse é um dos mais “caros”. Lá no Villa Maria tem todo aquele negócio dos Marichis que cantam quando alguém está fazendo aniversário. Na mesa ao nosso lado tinha um aniversariante, e achei bem legal ver toda a apresentação com todo o jeitinho mexicano de ser.

Outra região bem interessante de ir é La Condessa. Ali é onde se concentram uns 78239 barzinhos, pubs, restaurantes e todo o agito da cidade. La Condessa é um pouco mais afastado, mas vale a pena ir e passar a noite lá. Opções não faltam! É meio complicado para estacionar, fato. E mesmo nos estacionamentos e vallets, quando eles vão buscar o carro, a gente não espera menos do que uns 45 minutos!!! Tenso.

Mas vale a pena ir pra lá sim. Fomos em um barzinho que se chama Pata Negra. Lotado é apelido! Não dava para andar lá dentro, mas a música era legal e todo mundo estava se divertindo.

Queriamos ter comida ali, mas como estava lotadééérrimo, não tinha lugar para sentar. Então caminhamos um pouco e chegamos no Crêperie de la Paix , uma creparia ótima, que fica numa esquina bem visível. Tivemos que esperar uns 30 minutos para conseguirmos mesa (o lugar não é muito grande), mas valeu a pena.

Apesar de ser creparia, eu e mais alguns amigos pedimos massa. Não me arrependo. Foi sem sombra de dúvida a melhor massa que comi por lá! Preço? No total R$25, com bebida e gorjeta.

O bairro é super moderno e “designer”. Vale a pensa passear de dia também para ver tudo melhor!! E para aproveitar bem o dia por ali, tem essas bicicletas públicas que custam $ 300 por ano (R$ 60) e você pode usar sempre que quiser. Tem em vários pontos e o restaurante que fica na frente dessas paradas que libera o uso das bikes.  Bacana né?

Neuschwanstein

29 jul

Estou devendo este post faz um tempo já, então aqui está!

O Castelo Neuschwanstein foi construido em 1868 pelo rei Ludwig II para ser refúgio da sociedade. Ele tinha toda uma aura de mistério, era muito recluso… estranhos não podiam entrar nos seus castelos. Ironico, já que hoje em dia é visitado por milhares de pessoas.

castelo 01

O rei Ludwig I tinha outro castelo, o Castelo Hohesnschwangau, e seu filho construiu seu próprio castelo dos sonhos alguns quilometros de distância. É possível visitá-lo também.

Ludwig II começou a construir o castelo para refugiar-se, mas nunca chegou a vê-lo completo. Antes da finalização da obra foi decratado louco e deposto pelo governo. Pouco depois foi encontrado morto no lago Starnberg junto com seu psiquiatra e até hoje não se sabe o motivo. Pan pan! Mistério!

Agora sobre a viagem… é possível chegar no castelo de carro, ônibus ou trem… Esse site vai te dar todas as direções necessárias. O castelo fica localizado na região da Bavaria, no sul da Alemanhã, onde fica a famosa floresta negra (e o bolo é por causa do local mesmo, porque a floresta é escura como chocolate e dá muita cereja. Talvez você já tivesse sacado, mas eu só me toquei disso lá, há!). É pertinho de Munique, caso você esteja por lá, pode ir e voltar no mesmo dia.

O horário de visitação varia um pouquinho dependendo da estação, então é bom confirmar, mas é algo entre as 9h e a 18h no verão. Você pode comprar ingressos para os castelos separadamente, uns 9 euros cada, ou para os dois no mesmo dia, 17 euros. Menores de 18 anos não pagam. Os ingressos são emitidos com o número do seu tour e horário exato de entrada, então cuide para não se atrasar.

 

Você pode ir a pé para os castelos, mas é uma caminhada beeem ingrime. Mas existem várias charretes muito charmosas que te levam e trazem de lá, por 4 euros a subida, 2 a descida. Se paga direto aos condutores e não é possível reservar, mas é bem tranquilinho de arrumar transporte. No caso eu usei a charrete para ir até um dos castelos e fui a pé até o de Neuschwanstein. É uma caminhada de uns quarenta minutos, mas vale a pena, o lugar é muito muito bonito.

O lago é lindo e a cidadezinha ao pé do castelo é um charme. Existem alguns restaurantes e hotéis, mas não fiquei hospedada por ali, então não tenho muitas recomendações a dar. Paramos para tomar café em um dos hoteis, mas não me lembro de muito… só do bolo de floresta negra, que é uma delícia.

 

O tour dos castelos é muito interessante. Se não conseguir seguir um guia, alugue o audio guide, vale a pena. A decoração é linda e a construção é muito moderna para a época. Existe um elevador rudimentar, água encanada e uma linha telefonica que ligava o castelo ao vilarejo mais próximo. Infelizmente não é possivel tirar fotos do interior.

Ficaadica para um passeio bonito pela Bavária!

Turista: Bernardo Araújo

25 jul

O turista deste mês vem aqui no blog para falar um pouco sobre a Índia!! Sempre quis conhecer um lugar diferente assim, mas ainda não tive a oportunidade. Depois deste post que o Bê fez sobre Varanasi, com as fotos incríveis que ele fez por lá, fiquei ainda com mais vontade! Dá uma olhada no que ele contou:

“Muito bem, vim trazer um tempero diferente e falar de Varanasi, na Índia. Passei 7 meses viajando por África, Ásia e Europa, e de tudo o que vi, a Índia é certamente o país mais impressionante. Te marca, te muda, te entretem de infinitas formas. E se é pra falar de Índia, Varanasi é uma escolha óbvia. É uma das cidades mais antigas do mundo, a principal para o hinduísmo e um dos pontos turísticos mais relevantes do país.

O agito acontece principalmente às margens do rio Ganges, onde é lugar de tomar banho, lavar roupa, bater papo, meditar, comer, cremar corpos, tudo na sua frente, sem esconder nada. Pra muitos indianos, Varanasi é o lugar ideal para nascer e morrer, e não precisa de muito tempo pra perceber que você está em um lugar especial.

Cheguei em Varanasi de trem, depois de uma saga de mais de 24 horas, saindo de Darjeeling. Na estação conheci o Bablo, que foi meu motorista de tuktuk (o micro-taxi de 3 rodas) pelos meus 3 dias de Varanasi. Pedi pra ele me levar até o Ganges e chegamos lá tarde o suficiente pra eu não me importar em qual hotel ficaria. Meu primeiro banho quente na Índia em quase 2 meses, nada mal! No dia seguinte encontrei um hotel de 10 reais a noite, mudei minhas coisas, botei meus chinelos, câmera no bolso, e fui passear. A margem do Ganges inteira é dividida em ‘ghats’ que são as escadinhas que vão da cidade até o rio, cada ‘ghat’ com seu nome. Ali você vê de tudo, anda, senta, assiste as pessoas vivendo a vida delas, vira pro lado e tá ali, um outro viajante fazendo a mesma coisa. Em uma das ghats eles cremam corpos em fogueiras, pode assistir à vontade mas tirar foto é proibido. Eu vi o que acontece com aqueles que são pegos tentando registrar a cena, e não recomendo o risco!

Além das ghats, outras atrações especiais são as ruelinhas, lojinhas, templos, e lógico, as pessoas que você conhece no meio de tudo. Se souberem daonde você vem, é possível que te contem de um amigo brasileiro que eles fizeram no orkut e peçam pra você traduzir mensagens em português. Só fique de olho em onde você pisa, não chegue perto dos macacos e deixe as vacas tranquilas.

O cheiro no ar é forte, é sempre muito barulhento, caótico e sujo. Parece horrível? É maravilhoso! Ao fim de cada dia a única coisa que dá pra pensar é ‘como é que eu consigo me virar por aqui?’. E no dia seguinte, tá lá você de novo, falando com todo mundo, se sentindo mais em casa do que no seu próprio país.”

E aí, o que acharam??

Cidades históricas mineiras

24 jul

Lembra que eu falei aqui um pouco sobre Ouro Preto, e que em breve falaria mais sobre essa viagem? Então, essa é a hora.

Essa viagem fizemos uma alternativa um pouco diferente, fomos com o SESC. A viagem incluía tudo: ida até Minas, hotel com café da manhã, todas as viagens para as cidades históricas, alguns almoços em restaurantes típicos e guia local sempre com a gente. O único porém, foi que fomos de ônibus até lá. Foi bem bem beeeem cansativo, afinal, são 11h de viagem. No ônibus. É. Isso mesmo.

Ok, mas passado todo o drama do ônibus, chegamos em Minas. O passeio incluía: BH, Congonhas, Mariana, Ouro Preto, São João del Rei, Gruta do Maquiné e Gruta Rei do Mato.

Já chegando em Minas fomos direto à São João del Rei. Pequenininha porém linda e cheia de história e igrejas, como Minas Gerais inteira, hehehe.

Além das igrejas com arquitetura típica e riquíssima de detalhes, a cidade é toda gracinha, com casinhas coloridas e construções antigas. O turismo da cidade é a própria cidade. Não vi muitos museus e nem muitos atrativos (pelo menos não na época que fui – 7 de setembro). Ouvi dizer que o Carnaval nessas cidades mineiras é sempre ótimo!

Um passeio legal de fazer a partir de lá, é pegar a Maria Fumaça até Tiradentes. A viagem que leva à Tiradentes (cidade que infelizmente não fomos) é feita a bordo de uma locomotiva a vapor americana do início do século XX. O passeio parte da antiga Estação Rodoviária, inaugurada em 1881, e percorre 13 quilômetros que separam as duas cidades em cerca de meia hora. A Maria-Fumaça funciona somente nos finais de semana. (queria indicar um site com horários, mas o que eu tinha aqui saiu do ar e não estou achando outro!!)

Outra cidade bem legal para conhecer é Mariana, que é bem parecida com São João del Rei, cheia de história, arquitetura linda e riqueza nas construções religiosas. Mariana é uma das principais cidades do circuito do ouro e de lá saíram muitos nomes conhecidos da nossa história, como Manuel da Costa Ataíde (pintor), Cláudio Manuel da Costa (poeta e inconfidente), Frei Santa Rita Durão (autor do poema “Caramuru”), e muitos outros que já estudamos algum dia.

Entre as Igrejas a serem visitadas estão: Catedral Basílica da Sé, São Francisco de Assis, Nossa Senhora do Carmo, Nossa Senhora do Rosário, São Pedro dos Clérigos e outras 15!!

Mariana também é cheia de casinhas coloridas e bonitinhas:

Um passeio legal que sai de Mariana, é o Pico do Itacolomi, que muita gente acha que pertence a Ouro Preto. O pico serviu como ponto de referência para os bandeirantes. Não pude ir até lá porque nosso tempo era bem curto, mas é fácil achar grupos e guias que levam até lá (é necessário autorização para entrar no Parque, fique atento!).

Outra cidade super legal que fomos é Congonhas, onde ficam muitas das obras de Aleijadinho. As esculturas de pedra sabão são no mínimo incríveis! O trabalho é lindo, e a vista de cima da Igreja fecha com chave de ouro a visita.

Tá, me empolguei com as fotos… mas é que vai… é tudo tão bonito!!

E por último do passeio, tem as grutas: Maquiné e Rei do Mato. Como já disse… são grutas. E são muito legais! Nunca tinha entrado em uma, e confesso que adorei, mesmo sem ser fanática por passeios na natureza. É super interessante ver como a natureza “constrói” essas coisas.

O único chato é que a “galera” entrava lá e zoava com as grutas, quebram as estalactites que levam zilhões de anos para se formarem e ficarem bonitas daquele jeito! Por isso várias partes do percurso são quebradas… Pelo menos agora eles fecharam tudo e cobram entrada. Assim não entram mais vândalos para destruir tudo.

Os bilhetes não são caros. Como foi meu pai que pagou, não lembro ao certo… mas era em torno de R$ 10 para entrar.

Vale lembrar que lá dentro é bem quente (tipo bastante)!! Abaixo, Gruta do Maquiné:


A Gruta de Maquiné fica em Cordisburgo, terra de Guimarães Rosa. Depois de irmos visitar a gruta, fomos até a casa-museu do Guima, e aconselho o passeio. Eles tem um projeto que chama-se “jovens de Guimarães” (ou algo assim), que ensina os poemas e histórias do escritor aos jovens de baixa renda. É bem legal, porque você vai lá e eles fazem uma interpretação de alguma dessas histórias. Achei o projeto bem interessante, e a casa é exatamente como era quando o escritor morava por lá!

Abaixo fotos da Gruta Rei do Mato:


 

E mais uma diquinha, se for à essa última gruta, peça informações para chegar até o restaurante Engenho. Ele serve comida típica mineira em um terreno enoooorme, que tem hotel, hípica, pesque e pague… como um clube de campo… muito bacana. Se não me engano o preço é por pessoa.


 

Alberobello

20 jul

Só pra quebrar o clima México do blog, vou falar sobre essa cidade italiana mais fofa do mundo: Alberobello.

Albero fica pertinho de Bari, o bilhete de trem custa tipo 5 euros e a viagem é de 1h mais ou menos.

Na verdade nunca tinha nem ouvido falar desse lugar, mas quando comentei com um amigo italiano que ia para sua “terra natal”, a Puglia, a primeira coisa que disse foi: não deixe de ir até Alberobello. Ok então. Passei um dia em Bari e no dia seguinte fomos para Albero.

Surpresa muito agradável! Apesar de meio que não ter nada para ver lá, como museus, megas lojas legais e tal… tem simplesmente toda a cidade antiga!

Aposto que já pensou naqueles prédios italianos antigos lindos, tipo Coliseu e blábláblá, right? Hã. NADA disso.

O negócio lá são os Trulli, construções de telhado em formato de cone, características da região, considerado Patrimônio da Humanidade pela UNESCO. Uow! O início dessas construções datam de 1500!

Cada casa tem um símbolo religiosobarramístico. Cada um tem seu significado e é uma cultura muito antiga:

 

E o mais legal é que em várias lojinhas dá pra entrar e subir nos telhados, tirar foto e tudo o mais. Tem que cuidar pra não bater a cabeça, porque é tudo bem pequenininho!

Mini-cidades mexicanas indispensáveis no roteiro

19 jul

Tá, lembra que eu escrevi aqui que em breve falaria de um passeio que dá pra fazer quando estamos em Oaxaca? Então, hoje é o dia deste post!

Esse tour leva para El Tule, Teotitlan, Fabrica de Mezcal, Mitla e Hierve el Agua. Infelizmente quando fomos não pudemos chegar até Hierve el agua porque estavam acontecendo alguns conflitos na área e o parque poderia fechar sem mais nem menos e ninguém sai e ninguém entra. Magina, ficar preso em uma reserva florestal mexicana?! Mas as outras paradas foram suuuper legais!

O preço do passeio varia de acordo com a agência, mas sai em torno de $150.

A primeira parada é El Tule. A cidade é pequena e o atrativo ali é a árvore com tronco mais grosso do mundo, ele tem 36m de diâmetro e cerca de 2 mil anos! A parada ali dura só uns 15 minutinhos, porque é meio que só isso que tem pra ver ali.

Na verdade, tem um mercadinho de artesanato ali na pracinha principal que pode ser interessante de dar uma passada.

A segunda parada do passeio é a vila de Teotitlan. Não chegamos a entrar no centro dela nem nada, ficamos só numa parte onde eles fazem tapetes.

Muito legal lá, eles mostram como são feitos os tapetes: os fios, as cores que são todas naturais, os teares… bem legal. Olha o video e algumas fotos:

A terceira parada foi a Fábrica de Mezcal, que fica logo em frente à essa aldeia. Na verdade ela é bem pequena e tal, mas é interessante, principalmente porque tem aquela Tequila com o guzano dentro, tipo essa:

Na verdade, mezcal é mezcal e tequila é tequila. São bem parecidas, e as duas são feitas de agave. É tão forte quanto. Essa do guzano é a mais forte de todas, inclusive (não curti). Na fábrica dá pra provar 20 tipos diferentes da bebida! Minha preferida foi a de coco, fraquinha de mulher né, haha.

A última parada do passeio foi Mitla, que também é uma cidade bem pequena, mas tem algumas ruínas pré-colombianas muito bonitas:

O nome oficial da cidade é San Pablo Villa de Mitla, e fica mais ou menos 1h45 do centro de Oaxaca.

Se quiser dá pra alugar um carro e ir parando em várias dessas aldeias. É mais aventura, mas também é mais livre. Pra quem for fazer isso aconselho se informar bastante, pois acontecem alguns conflitos nessa parte do México, ok?

Guadalajara – post 1º

18 jul

Já devia ter falado de Guadalajara aqui faz tempo, visto que foi minha primeira parada lá no México, mas é que tem bastante coisa pra falar e eu fui deixando para escrever num dia que tivesse um pouco mais de tempo. Hehe.

(Assim como Cidade do México, vou dividir em 2 partes. Só pra constar.)

A cidade é bem grande, não tanto quanto o DF, mas sim, é bem grande e com muuuito trânsito. Trânsito meio confuso também, diga-se de passagem. Ela tem várias construções antigas super bonitas de se ver. O centro histórico tem várias “atrações” e é bacana passar um dia por ali.

Nessa parte tem a Catedral, ponto turístico básico de qualquer centro histórico, com uma arquitetura meio gótica + neoclássico + barroco; o Teatro Degolado que é enorme e super bonito; o Museu Hospicios Cabañas (adoro esse nome); toda uma rua de pedestres básica de centro histórico também.

A parte destes edifícios conta com quatro praças que formam uma cruz, denominada a “cruz de praças”, obra do Arquitecto tapatío Ignacio Díaz Morais, tomando como ponto central a catedral, essas quatro praças são Praça Guadalajara, Praça Libertação, a Rotonda dos Homens Ilustres e Praça de Armas.

Aqui embaixo, a Catedral:

O Hospicio Cabañas é um museu super legal que fica em um prédio todo antigo e bonito. Nele tem várias obras de José Clemente Orozco, um super artista mexicano, incluindo várias pinturas dentro do próprio prédio. São enoooormes, foi difícil fotografar tudo perfeitamente.

A entrada do museu foi cerca de $35 (R$ 7), mas isso porque minha amiga conseguiu dar um migué na bilheteria dizendo que eu era estudante de fora e tal… senão a entrada custa $70.

Boatos que o prédio era um antigo orfanato, e daí resolveram usar para algo “mais útil” e fizeram um museu. Achei tenso, porque nossa, é super legal lá para as crianças… mas né, coisas de Governo que a gente sabe como é…

Outro lugar bem legal de ir é o Mercado San Juan de Dios. Fica ali pertinho, dá pra ir a pé. É enoooorme e tem de tudo, de comida à artesanato. É lá que você encontra os famosos sombreros (eles são de Guadalajara) com preços bem viáveis e várias opções. Vale barganhar e os preços ficam ainda mais interessantes! Lá também tem muitas das famosas máscaras de “lucha libre”, famosíssimas no país! Li num site, que lá nesse Mercado, tem 2980 barraquinhas!! É, grande mexxxxmo!

Ah! Bom falar que lá tem esses ônibus de turismo, que levam a todos os principais pontos da cidade. Vi que eles tem um ponto bem ali no centro histórico e tem vários roteiros: Guadalajara, Tlaquepaque e Zapopan, uma região de Guada… Nós fomos de carro até Tlaquepaque, mas quem não tiver esta opção, esse ônibus é bem negócio de fazer. Custa $120, ou seja, baratinho para o dia todo.

Olha a foto pra ficar mais fácil de identificar:

Outra lugar legal de ir é El Expiatório!! Ahhh! É uma igreja super gótica, linda… até mais que a Catedral, e fica mais ou menos perto do centro histórico.

Vale falar que Guada é dividida em várias partes, e uma delas é Zapopan (um dos roteiros do ônibus de turismo, hein). Lá tem todo um centrinho, com rua calçada e museus, igrejas e feirinhas. Olha os Arcos de Zapopan e a Basílica dessa região:

Por enquanto é isso. Vou fazer um segundo post com restaurantes e lugares para comer… e também alguma coisa caso tenha esquecido!!