Visto EUA – Entrevista

14 jun

Eu não poderia deixar de dividir isso com vocês. Até porque eu estava num estado de nervos indescritível. Normalmente, eu sou o tipo de pessoa que fica ansiosa com tudo. Planejo uma viagem com meses de antecedência – enquanto meu namorado compra uma passagem pra Londres numa quinta-feira, compra um guia na sexta e sábado está embarcando. Simplesmente NÃO CONSIGO ser assim. E, no caso de uma viagem para os Estados Unidos – caso você não tenha visto ou esteja vencido – não dá pra ser assim “na louca”. Eu e uns amigos vamos para lá em setembro, então resolvemos regularizar a situação. Preenchemos a guia no site do Consulado  em meados de maio e marcamos a entrevista para o dia 10 de junho. Passamos a semana organizando nossa documentação e fazendo nosso checklist, pagamos a taxa no Citibank (só pode ser neste banco) no dia 08, e, no dia 09 de noitão, saímos de Curitiba rumo a São Paulo – eu, Vítor e meu pai, Fabião, nosso motorista!

Eis aqui então o relato da nossa experiência / aventura:

Pegamos a estrada por volta da meia-noite, já com tudo certinho – carro abastecido, documentação em ordem, bebidas na geladeirinha, cookies, salgadinhos, tudo pra disfarçar a angústia que sentíamos. Meu pai, é claro, tava susse. Fomos grande parte da viagem falando besteiras, amenidades, piadas, programas jacus de TV que a gente a-do-ra……Dormir? Nada! Eu simplesmente não conseguia, até porque tem seis pedágios de R$1,50 na ida e eu, como copilota do Fabião, tinha que estar ligada pra pegar o dinheiro. Vítor dormiu altas vezes com a boca aberta, cena ótima que não me perdôo até hoje por não ter fotografado.

No meio do caminho, na altura do município de Registro, paramos no Graal pra comer um pão de queijo e sermos felizes. Retomamos a viagem e, finalmente, consegui dar umas cochiladas. Chegamos em Sampa lá por umas 5 da manhã e começamos a ver os mapas pra saber exatamente onde deveríamos entrar. Quem conhece São Paulo sabe o quanto aquela terra é complicada e, às 5 da manhã de uma quinta-feira, o trânsito já está frenético. Meio que nos perdemos, mas aí demos de cara com o Market Place e o Shopping Morumbi – ambos os quais conheço muito bem – e chegamos à rua do Consulado. Mas estávamos muito pra frente e a rua é de mão única. Foi um parto dar a volta e achar uma rua que permitisse o retorno.

Porém, às 5:40, estávamos estacionados na frente do Consulado, MESMO. Do carro, víamos a fila se formando, para a entrevista das 7:00. Meu pai aproveitou pra dar uma cochilada e eu, para surtar mesmo. Levantei, estiquei as pernas, me maquiei, tomei chá……tudo na neura. Às 7:55, saímos do carro, rumo ao portão e à nossa entrevista, marcada para as 8:30 (na agência/operadora onde trabalho, instruíram-me para chegar meia hora antes apenas, porque antes disso só tumultua e, dependendo do dia, não deixam entrar). Dica: não levem nada, somente a pasta com documentação e a carteira com dinheiro e tal. Por quê? Porque não pode. Logo na entrada, um policial gritava: “Senhores, é proibida a entrada com chaves, celulares, câmeras, pinças, canivetes, bombas (brinks!), e tudo o que for de metal. O Consulado dos Estados Unidos não disponibiliza guarda-volumes. Obrigado!”. Fácil perceber que não. Em todos os lugares ali havia um banner escrito “Guarda-volumes lacrado. R$ 5,00”.

Não pegamos fila nenhuma (sorte!) e já fomos entrando pelo portão. Uma policial conferiu nossa guia de confirmação de agendamento – a que tem a foto – (dica n°2: leve tudo impresso; só pedem a guia de confirmação, mas levem tudo, para evitar aborrecimentos; uma garota do nosso lado teve que correr numa lan house ali na frente pra imprimir…..), o nosso comprovante de pagamento do Citibank e o passaporte. Entramos.

Fomos para a segunda policial – a qual defino como o tênue limite entre o rude e o objetivo – que grampeou na guia o comprovante de pagamento e a foto 5X7, além de solicitar que escrevêssemos nosso CPF numa linha verde que ela desenhou (dica n°3: levem caneta, de preferência, aquelas de escrever em cd, porque vocês terão que escrever no envelope plástico do Sedex depois). Nos mandaram seguir uma linha verde no chão. Preciso dizer que me senti em Auschwitz? Ok. Pessoas entravam de duas em duas. Vìtor entrou na frente e nos separamos. Menos de 10s depois eu entrei, então nem deu tempo de eu me apavorar e achar que ele havia sido mandado pra câmara de gás. Passei por um detector de metais e por outra policial e minha pasta passou pelo raio-x. Não fui denunciada por nenhum dos meus piercings: nada apitou. Seguimos pela linha verde.

Lá é tudo aberto e estava um frio horroroso, no maior esquema Curitiba. À esquerda, uma cantina fofa e o tão desejado banheiro. Fomos correndo. Mal entrei e havia uma guria aos berros, chorando porque lhe haviam negado o visto. A mãe a consolava: “Calma, filha, você vai em outra oportunidade”. Será que me desesperei? Até que não sabe. Meu caso era mais simples e eu estava super munida de documentação de vínculos. Contudo, não vou dizer aqui que estava me sentindo segura. Não MESMO. Até quem já teve visto anteriormente pode ter uma renovação negada. Difícil, mas acontece.

Saímos de lá, contei pro Vítor o que havia acabado de presenciar e ele arregalou os olhos cariocas dele. Falar, que é bom, nada. Quem conhece o Vítor sabe que ele não fala, mas quando o faz, consegue ter o humor mais sagaz e divertido do universo (migo, cinquentinha por essa, vlw).

Chegamos ao pavilhão. À esquerda, entramos numa fila por ordem de chegada. Havia vários banners com instruções de como tirar as impressões digitais e como seguir a sequência do procedimento total. Nós, como bons designers, rimos das SPPs – sequências pictóricas de procedimento- e das representações em geral, mas no final, achamos tudo válido. Separava por números e cores, simples e fácil de entender, embora esteticamente desfavorecido – feio mesmo, devo dizer.

Uma loira me atendeu e gritou: “Motivo da viagem?”. Não era hora pra brincar né, embora minha vontade era dizer: “Não é da sua conta, inxirida”. Respondi: “Turismo”. Ela perguntou: “Mais alguém da família vai? Algum outro passaporte?”. Respondi: “Não, só eu”. Nessa hora o Vítor estava do meu lado, respondendo as mesmas perguntas (são duas funcionárias que fazem isso). Ela grampeou tudo na capa do passaporte e o Vítor arregalou os olhos cariocas uma segunda vez, só que desta vez ele falou: “Ela grampeou meu passaporrrrte! Doida, furou!”. Hahaha. Também não curti, mas fazer o que né? Melhor do que deixar tudo solto e perder tudo…..Ele pegou a senha 1088 e eu 1089.

Ficamos em pé, esperando o segundo passo: a pré-entrevista. Esperamos uns 10 min. No máximo. Eram dois guichês. O meu guichê estava com problemas e não entendi o que me foi perguntado. Só entreguei a papelada grampeada, ele carimbou e eu saí para o terceiro passo. Aí o Vítor me falou que perguntaram pra ele o motivo da viagem……bom, não ouvi nada, então não respondi nada…..fiquei apreensiva, mas o carimbo do Vítor era igual ao meu. Relaxei.

Conseguimos um lugar pra sentar e esperar o terceiro passo: fingerprints. Lá é assim: existem bancos de praça alinhados, por toda a parte, com almofada plástica, tipo um fouton. Ai você fica lá sentadinho, lendo, esperando a sua vez. Uma funcionária fica passando e entregando o envelope do Sedex. Ela explica como e até onde preencher. Pegamos e preenchemos. Eu e o Vítor ficamos batendo papo (é, ele estava comunicativo…) e, quando olhamos o painel, era a senha dele!!! Havia dois painéis pra impressão digital e o que a gente conseguia ler ainda estava no 1053. Quando conseguimos ver o outro – porque tem uma galera sem noção que fica em pé na frente dos painéis, sendo que a senha deles tá mega longe, que raiva viu….) já era a vez dele! Em seguida, fui eu.

Uma consulesa muito educada me atendeu, falando em espanhol. Sem segredos: primeiro os quatro dedos da mão esquerda no leitor, depois os da mão direita e em seguida os dois polegares. “Obrigada, bom dia” – disse ela sorrindo. Respondi: “Bom dia”, com um sorriso de retribuição. Nesse momento, um funcionário ficava no microfone, mandando as pessoas com senha a partir do 1090 (ufa!) irem esperar lá fora, porque estava muito cheio. Imaginem a confusão.

Saí do terceiro passo direto para um funcionário de colete vermelho, que me indicou um último banco à direita. Detalhe: a fila estava tão grande que começava exatamente onde eu estava……fui até lá, atrapalhando todo mundo, feito uma idiota, pra depois parar no mesmo lugar. O cara simplesmente não sabia instruir ninguém, porque outras pessoas também fizeram isso.

A partir daí, as senhas não valiam mais. Era por ordem de chegada. Foi rápido, mais do que o esperado. De longe, eu vi que tinha um cônsul bonitão, à lá Gianecchini-Cannavarro, e uma senhora com cara de má. Comentei com o Vítor que estava com medo de ir com ela. Adivinhem se não fui? Hahaha. O Vítor foi com o bonitão (porque diabos deixei ele ir na minha frente???). Era agora. Ou eu sairia de lá feliz e pronta pra NY-Montreal em setembro, ou faria o plano B, México ou Grécia.

Cheguei no guichê e ela estava grampeando um passaporte. Olhou pra mim e sorriu. Gostei. Dei bom dia e ela me respondeu sorrindo. Perguntou: “Primeira viagem internacional?”. Respondi “Não”. Ela não perguntou pra onde eu já havia ido.

Consulesa: “Qual o motivo da viagem?”.

Eu: “Turismo”.

Consulesa: “Para qual cidade?”.

Eu: “New York”.

Consulesa: “Linda cidade”.

Tempo…..

Consulesa: “Vai com mais alguém?”.

Eu: “Sim. Meu noivo e mais três amigos”. Nessa hora, meu namorado foi sumariamente promovido…..hahha. Brinks. Estamos juntos há bastante tempo, então nos consideramos casados.

Consulesa: “Você tem o passaporte dele?”. Por essa e outras que não se deve mentir.

Eu: “Sim”.

Mostrei os dois passaportes dele. O antigo, megacarimbado – Egito, Nova Zelandia, Eua, Espanha, Bolívia…..- e o atual, só com o carimbo de Heathrow. Ela folheou, com certeza pra ver se ele já tinha o visto. Levar o passaporte de alguém que vá com você e que já tenha visto ou dos seus pais também vistado é uma supersegurança. Recomendado.

Consulesa: “ O que ele faz?”.

Eu: “É médico”.

E mostrei a cópia autenticada do CRM dele. Como falei, fui munida de toda a documentação do universo que caísse nas minhas mãos.

Consulesa: “Você trabalha?”

Eu: “Trabalho e estudo” e já mostrei meus comprovantes de matrícula do francês e da facul e minha carteira de trabalho.

Consulesa: “Que tipo de Design você estuda? Moda?”.

Eu: “Gráfico”.

Consulesa: “Há quanto tempo trabalha na função?”.

Eu: “Há uns quatro anos, mas estou nesta empresa há oito meses”. Eu tinha os comprovantes de contrato de estágio, pois só faz quatro meses que fui efetivada. Não foi preciso mostrar.

Consulesa: “Você e seu noivo moram juntos?”

Eu: “Ainda não”. Ela deu uma risadinha.

Consulesa: “Você mora com seus pais?.

Eu: “Sim”.

Consulesa: “O que eles fazem?”

Eu: “Meu pai é produtor de cinema e minha mãe é estilista”.

Consulesa: “Estilista de quê? Achei estranho tantas perguntas, mas incrivelmente tudo parecia informal, uma conversa entre amigos.Haviam me orientado para responder só o essencial, só o que me perguntassem, mas ela puxava papo, entrei na dança.

Eu: “Infantil”.

Consulesa: “ Que interessante. Seu namorado também mora com os pais?”

Eu: “Sim, com os pais dele. Somos recém-formados. Eu estou na segunda faculdade e ele faz residência”.

Ela saiu. Esperei uns 15s, os mais longos da minha vida. Quando voltou, disse sorrindo: “Bruna, seu visto foi aprovado, boa viagem!”. Respirei aliviadíssima! Respondi “Obrigada. Bom dia” e saí feliz da vida para esperar o Vítor. O passaporte ficou com ela, lógico, para emissão do visto.

Quero deixar claro que o único documento que ela me pediu foi o passaporte do tinho. De resto, eu fui mostrando tudo, antes que ela me pedisse. Em momento algum mencionou saldo de banco, sendo que eu levei saldo das minhas duas contas, dos dois últimos meses e do Visa Travel. Quanto mais documentos você levar e for mostrando, melhor.

Mandaram-me seguir a linha laranja. Sim, agora era laranja. E o Vítor estava demorando……muito. Voltei a ficar nervosa. Um oficial me mandou sair dali, porque eu não poderia esperar ali. Sendo que “ali” não atrapalhava nada, era um espaço vazio, longe dos guichês. Babaca. Saí e esperei. Ele demorou ainda. Ai, finalmente, veio. Bem sério. Aí abriu um sorrisão. Babaca (2). Hahahahha. Ele me disse que demorou porque o equipamento do cônsul-bonitão estava com problemas, e que ele só perguntou motivo da viagem, cidade, se ele trabalhava, o quanto ganhava e comprovante de saldo.

Comemoramos, saímos seguindo a linha laranja, pegamos outra fila (que fica do lado da fila de entrada, onde passamos pelo detector de metais), pagamos o Sedex de R$ 40,00 no último guichê e saímos felizes da vida, às 10:15 da manhã – rápido, não? Também me espantei!- pra almoçar na casa da minha prima, ali perto, na Chácara Flora.

Comentários finais: depois da odisséia aqui narrada, quero dizer que muito do que li na internet me deixou mais apreensiva. Em parte, por minha culpa, pois eu só procurava relatos de vistos negados. Foi tudo muito tranqüilo, mesmo. Acho que o meu nervosismo só me ajudou a juntar mais documentos. Fui muito bem atendida e as consulesas foram de uma educação ímpar.

Conselho: juntem tudo o que puderem, extratos, comprovantes de vínculos fortes (bens, IR, matrículas…), falem a verdade e vão com calma. Tudo se resolve.

Tudo o que comentei aqui é válido para visto de turismo. Para outros, não sei opinar sobre.

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12 Respostas to “Visto EUA – Entrevista”

  1. caju 14/06/2010 às 14:23 #

    hahaha
    adorei o relato

    queria ter ido junto 😦

    mas que bom que deu tudo certo!

  2. Fe 14/06/2010 às 15:49 #

    “Ou eu sairia de lá feliz e pronta pra NY-Montreal em setembro, ou faria o plano B, México ou Grécia.”

    queria que todo plano B fosse asim… hahaha

  3. Fe 14/06/2010 às 15:50 #

    assim, né, asim não dá

  4. Bubu 14/06/2010 às 16:03 #

    hahhha…
    eu tb viu….mas é que o tinho tem parentes na Grécia, aí seria nosso plano B.

    • Cintia 22/10/2010 às 14:07 #

      ADOREI O SEU RELATO!!!!!!!!!!!!!!!
      Estive lá no Consulado ontem e eu já nem me lembrava de tantos detalhes que quando vc conta, a gente revive aqueles momentos….. desesperadores!!!!
      Graças a Deus, eu e a minha familia tb tivemos o Visto aprovado!!!!
      Obs.: Sugestão: Vc deveria escrever livros, pois vc conta a história de uma maneira que q agente começa e ler e não consegue parar e além disso, visualisa as cenas acontecendo!!! Tremendo!!!! Parabéns!!!!
      Bjs!
      Cintia

      • Bubu 22/10/2010 às 14:52 #

        Oi Cintia!
        Poxa, muito obrigada! Que bom que vc gostou de ler, fico bem feliz! Ganhei o dia!!!
        E que bom que deu tudo certo pra vocês!
        Para onde estão indo? Espero que tenham uma excelente viagem! Depois conte pra gente!
        Bjs!

  5. Rogério 26/06/2010 às 23:46 #

    Oie, tudo bem? Li seu relato ref o Visto. Eu vou pra entrevista daqui 15 dias. Tenho dúvida sobre tres campos a serem preenchidos no form d-160. Vc poderia me ajudar?

    >>O Passport book number: que numero é esse?
    Tem um campo logo no inicio do formulario que pede o numero do documento de identificação e após tem os dois seguintes:
    >>U.S social security number
    >>U.S taxpayer id number:
    Vc sabe o que são esses numeros?

    Por último, a embaixada fica no bairro Santo Amaro né?

    Obrigado.

    Att Rogério

    • Bubu 28/06/2010 às 9:49 #

      Oi Rogério,

      desculpe a demora em responder, estou viajando e nem tive tempo de postar mais nada……
      Seguinte: o teu passport number é o número que vem nele, de série. Começa com duas letras e continua numa sequência numérica, por exemplo “FB6958” ou “FV6789907”.
      Como você é brasileiro (eu suponho que sim, certo?), você não tem social security number. Então deve escrever “Does not apply”, pois não se aplica a você.
      O mesmo para o outro campo mencionado.
      Sua ID ou RG deve ser colocada em outro campo, mas você já deve ter feito isso.
      Espero ter respondido suas dúvidas.
      🙂

      • Bubu 28/06/2010 às 9:50 #

        Ah sim, quase me esqueci, a Embaixada fica na Rua Henri Dunan, Santo Amaro, bem próximo ao Shopping Morumbi.

  6. Rose 03/02/2011 às 17:56 #

    Adorei suas dicas e te pergunto: Você lembra se o nº de série do visto (anterior) é um nº em vermelho no canto inferior direito??? Ou é o “control number” – nº grande no canto superior direito junto com o carimbo da data ???? Obrigada e abraços

  7. Gilselane 29/08/2011 às 22:57 #

    Nossa…. adorei seu relato…
    estou indo pra SP dia 11… e to bem tranquila… fui Au pair nos EUA… e relaxei, pois todo mundo me disse q quem ja foi Au pair, nao tem mais o visto negado… rs.. e eu tava entrando na onda… mas vou me precaver.. assim como vc fez!!!!
    Concordo com o povo que comentou ali em cima… sua escrita eh facil e agradavel de ler… sera q nao rola um livro com experiencias vividas no exterior??
    =)
    thanks for your words!!!

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